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Conheça mais sobre a cultura dos povos de "A Guerra das Sombras"
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Forma de contar o tempo |
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O Mundo
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Escrito por Jorge
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Seg, 14 de Julho de 2008 12:56 |
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1. Introdução. Um dos maiores tesouros do conhecimento humano é a percepção da existência do tempo e a sua contagem. Este conhecimento nos é ancestral. É, pode-se dizer, tão antigo quanto o próprio tempo. Na verdade, nós não sabemos quem idealizou o nosso sistema decontagem. Ele chega até nós transmitido de geração em geração. Foi forjado em um passado ancestral que desconhecemos. Estranhamente parece ser bastante universal, apesar de seu teor grandemente convencional. As influências das diversas culturas, porém, não parecem alterá-lo significativamente, mantendo-se não só a mesma lógica, mas também as mesmas nomenclaturas (com uma ou outra variação), o que é um dado bastante curioso e que aponta para uma origem comum, no período que antecede à grande decadência. |
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Última atualização em Dom, 23 de Novembro de 2008 09:14 |
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Dialeto Silai |
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O Mundo
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Escrito por Jorge
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Seg, 14 de Julho de 2008 12:42 |
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(trecho retirado da obra de Dion Zardroin – Línguas da Terra das Sombras) A língua hoje falada pelos habitantes da Terra das Sombras é mais ou menos a mesma. Entretanto, pode-se fazer uma clara diferenciação entre duas levas humanas, cujas matrizes lingüísticas divergem significativamente. O povo do sul (filhos do fogo, filhos do aço, filhos do tempo e a maior parte dos filhos da pedra) e o povo do norte (filhos da água, filhos do vento e o restante dos filhos da pedra) têm ambos um dialeto próprio. Não se trata de um falar — grosseiramente chamado de sotaque — ou de diferenças regionais. É claro que isto existe, mas o fenômeno é mais complexo. O povo do sul foi o primeiro a habitar a Terra das Sombras, vindo de algum lugar desconhecido, guiados pelo patriarca Liurom. Já o povo do norte, ao que parece, chegou algum tempo depois e tem origem norgam. Ambos os povos acabaram se fundindo e, nos últimos grandes ciclos, uma língua comum surgiu. Mas as diferenças continuam muito grandes. A narrativa, porém, até aqui está indo de forma muito afobada e desordenada. Como dizem na minha terra, olhe para as eternas torres de Telosai e não tenha pressa. Comecemos, então, pelo princípio, ou seja pelos silai (ou sili). |
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Última atualização em Dom, 23 de Novembro de 2008 09:14 |
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Princípios Universais sob a ótica da Irmandade |
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O Mundo
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Escrito por Jorge
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Seg, 14 de Julho de 2008 12:30 |
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(das notas pessoais de Amoel Gliam) Ao contemplar o Universo com nossos sentidos, podemos apenas vislumbrar uma pálida idéia da realidade. Nesta imagem distorcida, observamos objetos e divisões. Vislumbramos a nós mesmos como entes independentes e separados do mundo que nos rodeia. É a base de nossa crença que a divisão apreendida não passa de mera ilusão. Na verdade tudo é parte do Uno, de onde emana o Universo. Não existe, pois, verdadeira contradição entre as partes. Nas palavras de Nacolin Gáris, o Universo é uma sinfonia única e harmoniosa. Portanto, não pode existir uma nota verdadeiramente destoante do todo que é a Criação. A contradição (aqui entendida como o mal) é pois mera aparência, uma ilusão decorrente da nossa incapacidade de observar os fatos livres da distorção que os nossos sentidos nos impõe. |
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Última atualização em Dom, 23 de Novembro de 2008 09:15 |
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