<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085</id><updated>2012-02-16T20:30:58.642-08:00</updated><category term='Mundo'/><category term='Resenhas'/><title type='text'>A Guerra das Sombras</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.aguerradassombras.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>32</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-1323377971387647132</id><published>2015-07-25T06:13:00.000-07:00</published><updated>2011-12-23T05:18:39.433-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ZMsGY3Wj6W0/TjbmDsqZQcI/AAAAAAAAATw/yDVvqHOiu5w/s1600/capasvolumes.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZMsGY3Wj6W0/TjbmDsqZQcI/AAAAAAAAATw/yDVvqHOiu5w/s320/capasvolumes.jpg" width="264" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A Guerra das Sombras é uma saga de Alta Fantasia elaborada durante sete anos pelo escritor e diplomata Jorge Tavares.  A tetralogia convida o leitor a penetrar num mundo diferente do nosso.  Um mundo em que a humanidade é manipulada por deuses e seus desígnios.  Um mundo em que o pensamento e a realidade externa, por estarem  interligados, influenciam-se reciprocamente. O livro convida-nos a  contemplar este estranho universo. Chama nossa atenção para a guerra que  se desenvolve pelas sombras, por detrás dos anseios humanos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="border-style: none; margin: 0px 0px 0px 40px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large; font-style: italic;"&gt;"Que  posso dizer-lhe da Guerra dos Selos? Algo tão amplo quanto o mundo, tão  antigo quanto o tempo, as forças do destino para ela convergem, é o  motivo por detrás da criação e destruição dos Impérios, o traço que  confere lógica ao desenho aparentemente inexplicável da história… algo  que, em última instância, influencia a vida de todos, embora diretamente  diga respeito a muito poucos.” (Trecho de “O Livro de Laios”)&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O jovem Rairom Guenor nada sabe sobre conflitos obscuros.  Subitamente, porém, vê sua vida transformada por forças que desconhece,  por eventos que escapam ao seu controle. Logo percebe que paira sobre  ele o peso de eventos há muito esquecidos, um fardo sombrio. Cumpre ao  rapaz apenas fazer uma escolha: ou aceita, resignado, o destino que lhe é  imposto ou resiste, caso em que será forçado a enfrentar seres imortais  e ardilosos, e poderes muito além da sua compreensão. Pode o humano  vencer o divino?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="float: left; width: 45%;"&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Os Livros &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Primeira Parte: O Livro de Dinaer&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1jFGAxj3RSc/Ti1x8AUqTPI/AAAAAAAAATQ/Nr4eLCYjBuM/s1600/vulcao2.jpg" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-1jFGAxj3RSc/Ti1x8AUqTPI/AAAAAAAAATQ/Nr4eLCYjBuM/s1600/vulcao2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"A minha senhora revelou-me, por meio de imagens, uma antiga profecia. Esse segredo ela partilhou apenas comigo e com aquele que a Irmandade chama de Dinaer. A profecia fala de um tempo de decadência, quando dos velhos impérios só restarem escombros. Fala de um lugar onde o frio da neve se encontra com o calor do magma dos vulcões: uma grande ilha no sul do mundo. Lá nascerá o alorain, aquele que proclamará o retorno da antiga guerra, o conflito que irá definir o destino de homens e deuses. Meditei sobre essas imagens por dois longos dias e, depois, exausto, adormeci. Em meu sonho, vi a face do rapaz, ainda muito jovem. Vi também um grande exército, que marchava sobre as terras planálticas. Compreendi que a vida do alorain estava por um fio! Como poderia ele enfrentar tal obstáculo? Teria que fugir? Mas para onde? Quando tentava vislumbrar o que aconteceria, surgiu diante de mim a face do deus da Irmandade, Dinaer. Ele observava o rapaz e aqueles que o acompanhavam e parecia compreender tudo o que transcorria muito melhor do que eu. Senti um forte desejo de conhecer a história do alorain. Queria saber se ele conseguiria sobreviver para depois cumprir seu destino! Acordei, porém, naquele instante e as imagens se perderam...” (autor desconhecido — Pergaminhos de Aquelam)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Segunda Parte: O Livro de Ariela&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-URsstcS6Oro/Ti1z5SEk-5I/AAAAAAAAATU/EVmknNbbmeM/s1600/anjo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-URsstcS6Oro/Ti1z5SEk-5I/AAAAAAAAATU/EVmknNbbmeM/s200/anjo.jpg" width="139" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;“Uma espada pende sobre nossas cabeças. Tolos são aqueles que escolhem ignorá-la. Os Pergaminhos de Ecstar previram o nascimento do alorain, do enviado da morte destinado a trazer a antiga guerra ao mundo dos homens mortais. Ele será como nós: também um ser humano, na aparência. Mas sua mente será impelida pela sombra de seu nefasto destino em direção ao inevitável. Forças poderosas, eternas, conspirarão em favor do sinistro propósito que o anima. Mas antes que tudo esteja definido, um de nós deverá encontrá-lo. Um guardião do mundo estará com o alorain e terá a oportunidade de destruí-lo! Os pergaminhos são muito claros a esse respeito, para os que sabem interpretá-los. Infelizmente, o sucesso do guardião não está assegurado. Longe disso! Uma nebulosidade paira sobre o texto e sobre a visão do profeta. Estranhamente, ele fala de amor e de ódio, de guerra e de paz, como se tais conceitos não fossem opostos... como se houvesse uma sutil complementariedade entre eles. E tudo termina em derramamento de sangue e no medo mais essencial. A releitura dos pergaminhos só torna mais sombria sua mensagem. Contudo, no texto também se desenha a possibilidade de uma vitória sem precedentes sobre as forças do Abismo. Oh, Anjo Vingador, quando o momento chegar, não desampare o guardião! Faça com que tenha a força necessária para enfrentar o alorain. Dê a ele o poder de encontrar a verdade através da densa névoa de mentiras. Permita que ele tenha a suficiente perseverança para destruir a muralha do medo, chave do triunfo sobre o mal. Sobretudo, que não lhe falte fé, pois esta é a fonte primordial da coragem e a assassina do desespero. Que assim seja em nome das forças da Luz!"(Comentário aos Pergaminhos - autor desconhecido)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Terceira Parte: O Livro de Laios&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zPvjrv00c-4/Ti14QQAer2I/AAAAAAAAATc/49y2R8cWHL0/s1600/orbe2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-zPvjrv00c-4/Ti14QQAer2I/AAAAAAAAATc/49y2R8cWHL0/s200/orbe2.jpg" width="139" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"Através do artefato vislumbrei o futuro e o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;passado. Através da pedra, muitos segredos sobre as artes místicas me foram revelados. Vi quando meu ancestral Arion Silai foi resgatado por seu mestre Raolus, o grande arquimago, e quando os segredos do Quinto Portal lhe foram transferidos. Ah, o Quinto Portal, a fonte do poder de minha família e, ao mesmo tempo, a causa de sua ruína. Pois foi para ter acesso aos mistérios do Quinto Portal que o maldito Zainog traiu a todos nós! Quando recordo aqueles eventos sombrios, meu sangue ferve, meu coração se acerela. O desejo de vingança é tão poderoso que às vezes acho que posso sucumbir por causa dele. Mas a vingança não é morte. Ao contrário: é vida! Ela é o norte que guia minha existência, o vento que me empurra em direção ao inevitável confronto com meu inimigo. O artefato revelou-me este doce momento, em que finalmente terei a chance de fazer justiça! Eu juro que farei Zainog pagar por seus crimes. Por mim e por Lisian, eu juro! Mas, por enquanto, resta-me apenas esperar. Consolo-me com o fato de que meu poder crescerá com o passar do tempo. Um dia ainda serei um mago mais poderoso do que meu avô Diom. Aqui nas profundezas de Teraimod aguardarei o momento propício, em companhia de meu precioso artefato. Uma coisa é certa: quando finalmente dominar os poderes da pedra, nenhuma força humana ou divina será capaz de me impedir." (do diário de Laios Silai)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Parte Final: O Livro de Iazmein&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8U1mTUeXInM/Ti15usQBPZI/AAAAAAAAATg/-D0pahwxL7k/s1600/flecha2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-8U1mTUeXInM/Ti15usQBPZI/AAAAAAAAATg/-D0pahwxL7k/s1600/flecha2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;“Agora que tudo está para ser decidido, simplesmente não&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;sei o que pensar. Contei meus temores a Rairom, mas ele, como sempre, tem certeza sobre o rumo que devemos seguir. Normalmente, não duvidaria dele, mas, por algum motivo, não consigo afastar um sinistro pressentimento de que algo terrível está para acontecer! Tamanha é minha perplexidade que resolvi escrever este texto para aclarar as idéias. (...) Talvez esse medo que me domina tenha a ver com a destruição causada pela Guerra das Sombras. Afinal, é difícil manter uma atitude otimista depois de presenciar tantos horrores. Aqui mesmo, enquanto escrevo, tudo o que vejo são ruínas, e os sons da batalha ao longe acentuam minha dúvida e o meu pesar. De relance, revejo minha estranha jornada desde quando, ainda menina, acompanhava mestre Laios. Não podia imaginar então que seria separada do mestre e que, nos anos seguintes, iria conhecer os exóticos e distantes planaltos do norte. Sobretudo, jamais poderia antever os eventos terríveis que&amp;nbsp; lá testemunharia. E, a despeito do que vivi e das transformações por que passei, aqui estou eu ainda preocupada com o mestre, com o papel maligno que pode vir a desempenhar. Quisera que existisse um deus a quem pudesse recorrer nesse momento sombrio, mas bem sei que os deuses são nossos piores inimigos. Só me resta manter a fé de que Rairom não irá fracassar. E eu o ajudarei da forma que puder a defender a Causa e seu alorain! Uma coisa, pelo menos, é certa: ainda esta noite, muito será definido.” (texto atribuído a Iazmein Norgat)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://muitoalemdosmundosgemeos.blogspot.com/p/sobre-o-projeto.html"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="float: right; width: 45%;"&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Novidades&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;table class="contentpaneopen" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 2px; margin-left: 8px; margin-right: 8px; margin-top: 2px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;div style="color: white; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;script src="http://widgets.twimg.com/j/2/widget.js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script src="http://widgets.twimg.com/j/2/widget.js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script&gt;new TWTR.Widget({  version: 2,  type: 'profile',  rpp: 20,  interval: 6000,  width: 'auto',  height: 300,  theme: {    shell: {      background: '#043e70',      color: '#ffffff'    },    tweets: {      background: '#0b1666',      color: '#ffffff',      links: '#09e6d7'    }  },  features: {    scrollbar: true,    loop: false,    live: false,    hashtags: true,    timestamp: true,    avatars: false,    behavior: 'all'  }}).render().setUser('JorgeLVTavares').start();&lt;/script&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="color: white;"&gt;&lt;b style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Resenhas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;"&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;A riqueza que Jorge descreveu em seu mundo é surpreendente, temos um mundo novo, com cultura, lendas e mitos novos, onde cada peça se encaixa de forma assombrosa, há vários reinos, magias e mistérios. Recomendadíssimo! Agora estou louca para ler os outros três!"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.leiturasefofuras.com.br/2010/10/guerra-das-sombras-o-livro-de-dinaer.html" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;&amp;nbsp;Blog Leituras e Fofuras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;"Esse livro é um salto para a literatura fantástica do país. Comparo o autor com JRR Tolkien (e ele não fica atrás) (...) Quando comecei a ler o livro não consegui mais largá-lo, levava-o para todo lugar (ônibus, faculdade, praça etc.), eu simplesmente não conseguia para de lê-lo e quando eu vi já estava perto do fim do primeiro livro, isso mesmo a historia não termina aí (pra nossa sorte :D)."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://extensaoliteraria.blogspot.com/2010/10/resenha-guerra-das-sombras-o-livro-de.html?spref=tw" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;Blog Extensão Literária&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class="contentpaneopen" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; line-height: 20px; margin-bottom: 2px; margin-left: 8px; margin-right: 8px; margin-top: 2px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;"O livro é recheado de guerras entre impérios e os detalhes são de tirar o fôlego. Achei super bacana a idéia&amp;nbsp; que o&amp;nbsp; Jorge Tavares quis passar com o livro sobre o livre-arbítrio e as suas consequências. A trama tem um rumo impressionante e um desfecho surpreendente."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://newsnessa.blogspot.com/2011/02/resenha-guerra-das-sombras-jorge.html" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;Blog Nessa News&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;"Posso estar sendo muito direta, mas vou dizer logo de cara! Amei o livro!!! (...) O livro tem todos os toques de fantasia/aventura que conhecemos, é um livro totalmente original, não tem plágio de outros que eu já tenha lido, é bem interessante, já estou louca pela série!"&lt;br /&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://mellbooks.blogspot.com/2010/11/resenha-guerra-das-sombras-o-livro-de.html?spref=tw" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;Blog Mell Books&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table class="contentpaneopen" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; line-height: 20px; margin-bottom: 2px; margin-left: 8px; margin-right: 8px; margin-top: 2px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;"Jorge Tavares criou um mundo fantástico com direito a linguagem própria, muita magia, guerras e até a forma que o tempo é contado é diferentes. Um livro muito original que nos prende do inicio ao fim. É uma narrativa simples, sem muitos rodeios. Uma história bem contada, cenários bem descritos e personagens marcantes."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;a href="http://coisadelivro.blogspot.com/2011/01/guerra-das-sombras.html" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;&amp;nbsp;Blog Coisa de Livro&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;"Primeira coisa que tenho que falar é que o livro é muito bem escrito, isso é uma das características que mais me deixam feliz ao ler um livro nacional, não são muitos por ai escritos de maneira tão bonita. (...) Magia, guerra, traição e lealdades são postas em prova com uma criatividade surpreendente em uma obra rica e 100% nacional!!!"&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://conversandocomdragoes.blogspot.com/2011/01/guerra-das-sombras-o-livro-de-dinaer.html" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;Blog Conversando com Dragões&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table class="contentpaneopen" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; line-height: 20px; margin-bottom: 2px; margin-left: 8px; margin-right: 8px; margin-top: 2px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;"Em O Livro de Dianer, Jorge Tavares nos leva a um mundo extraordinariamente fantástico! A história é muito bem escrita e estruturada. (...)Adoro ler livros com A Guerra das Sombras onde somos levados a um mundo diferente em que a linguagem é própria, a magia tem características únicas. Jorge soube realmente explorar sua criatividade e da sua complexidade nesse livro."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.booksjournal.org/2011/04/resenha-guerra-das-sombras-jorge.html" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;Blog Book Journal&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;i style="color: white;"&gt;"Uma estória repleta de esperança, provações, uma “pitada” de romance e muita aventura. Me envolveu de uma maneira espetacular, não somente pela narrativa de fantasia, mas também pelos questionamentos que levanta. Eu me afeiçoei muito aos personagens e por isso confesso que passei de apreensiva para chocada em algumas partes do livro, mas isso só fez aumentar o meu interesse e curiosidade para ler a continuação!"&lt;/i&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://portrasdasletras.net/aguerradassombras-vol1-jorgetavares/" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;&amp;nbsp;Blog Portal das Letras&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table class="contentpaneopen" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 2px; margin-left: 8px; margin-right: 8px; margin-top: 2px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;i style="color: white;"&gt;"Tenho que dizer que esse livro foi uma grande surpresa. Eu não esperava tanto dele. O Jorge Tavares escreve com maestria. Ele criou um mundo totalmente novo, com suas próprias culturas, e ele soube fazer uma trama que é totalmente envolvente e surpreendente. O rumo que a história trama, e os segredos revelados, são de deixar qualquer um de boca aberta. (...) Recomendo esse livro para todos que gostam de ler um bom livro com muita aventura, romance, magia e guerras. E que está preparado para se emocionar e surpreender em todo momento."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://livrosempauta.blogspot.com/2011/04/resenha-guerra-das-sombras-o-livro-de.htm" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;Blog Livros em Pauta&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;i style="background-color: white; color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;"Este é, na minha opinião,um dos melhores livros de literatura fantástica do Brasil na atualidade. (...) O livro envolve muita magia, guerra, ação, amor… É uma obra de literatura fantástica completa e fez com que eu descobrisse mais um gênero literário que eu pensava que não me agradava"&lt;br /&gt;Fonte:&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;a href="http://www.minhaestante.com/2011/04/resenhas-guerra-das-sombras-jorge.html" style="outline-style: none;"&gt;Blog Minha Estante&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-1323377971387647132?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/1323377971387647132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/1323377971387647132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/07/guerra-das-sombras-e-uma-saga-de-alta.html' title=''/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ZMsGY3Wj6W0/TjbmDsqZQcI/AAAAAAAAATw/yDVvqHOiu5w/s72-c/capasvolumes.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-989209479141270416</id><published>2011-12-19T07:45:00.000-08:00</published><updated>2011-12-19T07:45:21.086-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundo'/><title type='text'>Princípios Universais</title><content type='html'>(das notas pessoais de Amoel Gliam)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contemplar o Universo com nossos sentidos, podemos apenas vislumbrar uma pálida idéia da realidade. Nesta imagem distorcida, observamos objetos e divisões. Vislumbramos a nós mesmos como entes independentes e separados do mundo que nos rodeia. É a base de nossa crença que a divisão apreendida não passa de mera ilusão. Na verdade tudo é parte do Uno, de onde emana o Universo. Não existe, pois, verdadeira contradição entre as partes. Nas palavras de Nacolin Gáris, o Universo é uma sinfonia única e harmoniosa. Portanto, não pode existir uma nota verdadeiramente destoante do todo que é a Criação. A contradição (aqui entendida como o mal) é pois mera aparência, uma ilusão decorrente da nossa incapacidade de observar os fatos livres da distorção que os nossos sentidos nos impõe.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este princípio, embora não possa ser provado, no sentido de ser demonstrado, pode ser apreendido como verdadeiro pelo nosso eu interior, que está muito além do eu puramente racional, que chamamos de consciência. Isto é perfeitamente natural, uma vez que nós mesmos somos parte desta sinfonia, e em conseqüência intuímos o todo, embora não possamos verdadeiramente apreendê-lo.&lt;br /&gt;Também acreditamos que esta percepção não deve ser empecilho para a investigação do mundo. Sabemos que, para apreender a realidade precisamos separá-la, já que somos incapazes de apreender o todo. Sabemos sobre a distorção que a visão humana do mundo necessariamente contém. No entanto, consideramos que a investigação do “mundo que parece ser” nos ajuda, ao menos, a elaborar uma vaga idéia do “mundo que realmente é”. Portanto, é uma ferramenta extremamente útil. Ao, então, nos debruçarmos sobre “o mundo que parece ser”, vemos que nossa percepção dos fatos baseia-se em dois elementos básicos: o tempo e o espaço. A mente humana trabalha com estes fatores e a partir deles situa o objeto em análise. É difícil, para não dizer impossível, abstrair a idéia de tempo e de espaço na investigação dos fenômenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos filósofos, ao longo dos grandes ciclos, ora enfatizaram o tempo, ora enfatizaram o espaço, quando da sua análise do Universo. Não que qualquer um deles pudesse descartar um ou outro fator. Trata-se apenas de uma questão de foco, de ênfase. Quando enfatizado o tempo, surge uma perspectiva dinâmica dos eventos. Quando enfatizado o espaço, tem-se uma perspectiva estática. Para cada uma delas elaborou-se três princípios que passamos a citar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perspectiva Dinâmica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Jonalac-ronsiniel (O princípio criador): o princípio criador é a base da visão dinâmica do universo. Ele é a manifestação da razão do Uno. O “existir” é a imagem do princípio criador. Entenda-se que a existência e o princípio criador não estão, necessariamente, numa relação de causa e efeito “no mundo que é”, embora seja isto que os sentidos indiquem “no mundo que parece ser”. Na perspectiva da Irmandade, a criação não precisa ocorrer dentro do tempo. Esta visão seria um diminutivo da verdadeira natureza do princípio criador pelos sentidos humanos eminentemente temporais. A própria existência da realidade em si mesma, a cada momento, é a suprema manifestação do princípio criador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Sironzanton-amorat (O princípio renovador): alguns sábios erroneamente nomeiam este princípio com o nome de destruição, ou princípio da morte. Isto é um equívoco. Não existe nem uma coisa nem a outra. O que existe é renovação. O princípio criador é colocado em movimento, na visão dinâmica do Universo, pelo princípio renovador. A transformação é um processo constante no “mundo que parece ser”, se observado na perspectiva temporal. Tudo se renova a cada momento. Esta percepção, aliás, é quase universalmente aceita. A imagem da renovação é a “transformação”. Na verdade, o princípio renovador não existe “no mundo que é”, pois ele é o próprio princípio criador visto na perspectiva temporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Jonalac-sinozantonin (O princípio evolutivo): unindo-se o princípio criador com o renovador, temos, na perspectiva dinâmica da realidade, o princípio evolutivo. Ele mostra que o princípio criador, visto na perspectiva temporal através do princípio renovador, implica uma constante e ininterrupta evolução, o aperfeiçoamento do Universo. A evolução não é a depuração do mal, que não existe, mas sim o constante aperfeiçoamento do próprio bem. Este é o princípio mais difícil de vislumbrar “no mundo que parece ser”. Nossa observação deformada vê no erro (também chamado de mal) como um retrocesso, não uma evolução. Ocorre que o erro nada mais é do que um passo no caminho do aperfeiçoamento.&lt;br /&gt;Assim, observando-se o Universo numa perspectiva dinâmica, vemos uma realidade em constante mutação, mutação esta que implica aperfeiçoamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perspectiva estática:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Dimaniz-otansidan (o princípio da razão): o Universo é razão. É um pensamento racional, cuja origem é o Uno. Ao apreendermos as leis naturais do “mundo que parece ser”, é impossível não vislumbrar a racionalidade intrínseca que permeia todas elas. O equilíbrio e a elegância da dança cósmica são evidentes. A vida em suas múltiplas formas, as leis naturais, o movimento dos astros, a beleza que existe na natureza, tudo isto são provas da racionalidade universal. Para a Irmandade, esta racionalidade do “mundo que parece ser” revela uma verdade “do mundo que é”: o universo é razão. O aparente caos é apenas uma ilusão decorrente da imperfeição de nossa apreensão da realidade. A racionalidade universal em tudo está e tudo permeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Nodarot-ossindaron (o princípio da união): o universo é uma sinfonia única. Nada está realmente separado. O que vemos como objetos independentes “no mundo que parece ser” na verdade estão unidos com o cosmo “no mundo que realmente é”. Em conseqüência, tudo o que fazemos influencia o cosmo como um todo, assim como o cosmo nos influencia. No mundo que é não há eu que não o Uno do qual tudo que existe faz parte. Logo, é impossível existir contradição que perturbe a perfeita ligação entre as partes (apenas aparentes) que formam o todo (este sim real). A racionalidade do Universo é una e só pode ser compreendida de uma perspectiva verdadeiramente universal. Daí podermos vislumbrá-la, mas não entendê-la em sua plenitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Nodarot-dimanissotan (o princípio da pureza): unindo-se o princípio da racionalidade, que implica que o universo é permeado de razão, com o princípio da união, que determina a impossibilidade de contradição, percebemos que o Universo é puro, no sentido de ser ele “uma benévola harmonia”, nas palavras do sábio Nacolin Garis. O mal simplesmente não existe no “mundo que realmente é”. O erro (chamado de mal) é apenas um dos caminhos do bem. A dor e o sofrimento humanos, a crueldade e a injustiça são etapas no caminho da evolução, do aperfeiçoamento do próprio princípio do bem. Por isso, não se pode dizer que sejam realmente más. O que percebemos como o mal no “mundo que parece ser” é na verdade um bem “no mundo que é”. Assim, a pureza universal jamais é perturbada. Esta constatação é difícil de apreender em razão de nossa perspectiva reduzida.&lt;br /&gt;Eis, pois, os princípios nos quais se assenta a construção filosófica da Irmandade.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-989209479141270416?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/989209479141270416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/989209479141270416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/12/principios-universais.html' title='Princípios Universais'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-318597823015627992</id><published>2011-12-19T07:43:00.000-08:00</published><updated>2011-12-19T07:43:28.581-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundo'/><title type='text'>Dialeto Silai</title><content type='html'>(trecho retirado da obra de Dion Zardroin – Línguas da Terra das Sombras)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A língua hoje falada pelos habitantes da Terra das Sombras é mais ou menos a mesma. Entretanto, pode-se fazer uma clara diferenciação entre duas levas humanas, cujas matrizes lingüísticas divergem significativamente. O povo do sul (filhos do fogo, filhos do aço, filhos do tempo e a maior parte dos filhos da pedra) e o povo do norte (filhos da água, filhos do vento e o restante dos filhos da pedra) têm ambos um dialeto próprio. Não se trata de um falar — grosseiramente chamado de sotaque — ou de diferenças regionais. É claro que isto existe, mas o fenômeno é mais complexo. O povo do sul foi o primeiro a habitar a Terra das Sombras, vindo de algum lugar desconhecido, guiados pelo patriarca Liurom. Já o povo do norte, ao que parece, chegou algum tempo depois e tem origem norgam. Ambos os povos acabaram se fundindo e, nos últimos grandes ciclos, uma língua comum surgiu. Mas as diferenças continuam muito grandes. A narrativa, porém, até aqui está indo de forma muito afobada e desordenada. Como dizem na minha terra, olhe para as eternas torres de Telosai e não tenha pressa. Comecemos, então, pelo princípio, ou seja pelos silai (ou sili).&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O dialeto silai, conhecido por seus monossílabos, é antiqüíssimo. Por ser uma língua morta, quase o deixei fora de minha obra. Isto seria um erro tremendo, pois era ele a língua falada por aqueles que primeiro pisaram nesta ilha, dos quais descende o povo do sul. Sua influência pode ser sentida na formação de muitas palavras, nas mais diversas regiões do Império, principalmente entre os filhos do fogo e os dicarianos. Também influenciou a formação de nomes próprios. Algumas palavras silai que ainda têm relevância na língua atual, com seu respectivo significado, são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" height="2623" style="width: 383px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top" width="90"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Palavra Silai&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/td&gt;             &lt;td style="width: 300px;" valign="top"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tradução&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Ain&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Aço&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Ainog&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Guerra, confronto. &lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Alor&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Chave&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Ar&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;perenidade (erternidade) Ex: taiar = fogo eterno.&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Ari&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Leveza&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;At&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Essência&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Atar&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Tempo. (literalmente: essência da eternidade)&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;At-ram&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Sangue (literalmente: essência da vida)&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Blai&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Riqueza &lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Blain&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Cristal&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Blaiog, blaion&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Caravana&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Car&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Mestre, pai, velho, experiente&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Cri ou Crianat&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Fúria, desejo de destruição.&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Dar&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Relva, árvore.&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Darian&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Floresta&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Fai&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Vulcão, fogueira (fonte emissora de calor)&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Fant, fantor ou fanor&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Pedra, rocha&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Ian ou lan&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Literalmente, significa aquilo que se opõe ao plano, portanto Montanha (a variação lan é idealmente utilizada para montanhas mais altas, com neve, mas isso não foi sempre obedecido)&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Iaz&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Claridade&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Iaznor&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Luz&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Iog&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Imobilidade, Terra (o fonema “I”, quando não precedido por outro fonema, representa, em regra, a idéia de oposição em Silai. Og significa movimento, daí Iog ser o termo utilizado para descrever o elemento terra e também tudo aquilo que é imóvel).&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Iquia&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Seca,  terra (no sentido de terra firme, algo que se opõe à agua.  Diferencia-se assim de Iog, que descreve a substância terra).&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Iquiarian&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Lar&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Jo&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Sul&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Lai ou Lar&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Ar&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Laiog, Laioguin ou laen&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Vento (literalmente, singnifica ar, lai, em movimento,    og)&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Laoan&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Gigante, algo de grande magnitude. Algumas vezes o termo aparece como “La”. No entanto, neste caso não se encontrará sozinho, mas sim fundido com outras palavras. Sua função será a de atribuir ao objeto descrito uma maior magnitude em relação àquele representado pela palavra primitiva. Um bom exemplo desta utilização é a palavra “Lan”, em relação ao termo primitivo “Ian”, ou o termo Laquia em relação a Quia.&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Laquia ou Laquiaiog&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Literalmente, o primeiro termo significa água gigante e o segundo lago gigante. Ambos são utilizados para descrever mares e oceanos.&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Lis ou laisin&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Flor&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Lor&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Entrada, portal&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Main&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Caminho&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Mo ou Mao&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Norte&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Na ou Oen&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Planície.&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Naqui&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Brilhante, incandescente (já se viu esta palavra com o significado de conhecimento, entretanto, é rara a sua utilização nesse sentido)&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Nog&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Guerreiro (não necessariamente no sentido bélico).&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Nogar&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Herói&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Oblai&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Dinheiro, ouro ou outro mineral que represente    riqueza.&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Og, Oguen&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Movimento, dinamicidade e mesmo “renovação”. Este último significado aproxima og do termo zolt. Porém, enquanto este é utilizado apenas para coisas vivas, aquele tem aplicação genérica. &lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Ognir&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Igual (no sentido de mesma aparência ou de mesma    posição social)&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;On, Ogn ou icar&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Filho, discípulo. Literalmente aquele que é fruto da renovação. No caso de içar, significa aquele que é oposto ao velho, ou seja, novo. Enfatize-se novamente que o I antecedido de outro fonema perde, em regra, o significado de negação. Portanto, todo o termo “icar” perde seu significado nas construções em que isto acontece, ganhando, se for o caso, outros sentidos.&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Quia &lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Água&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Quiaiog&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Lago&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Quiaioguin&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Rio&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Rai&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Céu (firmamento)&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Ram&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Poder, vitalidade (no sentido físico do termo), tudo    aquilo que dá vida (força vital)&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Ramisar&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Vida&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Ramog ou Zoltran&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Termo religioso. Significa Ciclo da Vida ou o período    de uma vida&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Ro&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Oeste&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Sar ou Sarian&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Velocidade&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Sarion&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Cavalo&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Sarionin&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Cavaleiro&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Tai &lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Fogo&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Vo&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Leste&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Zai&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Sombra ou frio, designa igualmente as coisas escuras e também aquelas geladas (Daí o nome tradicional de nossa ilha: Zainíquia ou Zainiquiarian)&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Zainan&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Cidade&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Zainor&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Escuridão&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Zin ou Zain&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt; Vila&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;             &lt;td valign="top" width="82"&gt;Zolt ou Zoltion&lt;/td&gt;             &lt;td valign="top" width="214"&gt;Aquele que se move, aquele que se transforma, mutante&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-318597823015627992?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/318597823015627992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/318597823015627992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/12/dialeto-silai.html' title='Dialeto Silai'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-4330463930532551890</id><published>2011-12-19T07:41:00.000-08:00</published><updated>2011-12-19T07:41:39.129-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundo'/><title type='text'>Contagem do tempo</title><content type='html'>1. Introdução. Um dos maiores tesouros do conhecimento humano é a percepção da existência do tempo e a sua contagem. Este conhecimento nos é ancestral. É, pode-se dizer, tão antigo quanto o próprio tempo. Na verdade, nós não sabemos quem idealizou o nosso sistema decontagem. Ele chega até nós transmitido de geração em geração. Foi forjado em um passado ancestral que desconhecemos.&lt;br /&gt;Estranhamente parece ser bastante universal, apesar de seu teor grandemente convencional. As influências das diversas culturas, porém, não parecem alterá-lo significativamente, mantendo-se não só a mesma lógica, mas também as mesmas nomenclaturas (com uma ou outra variação), o que é um dado bastante curioso e que aponta para uma origem comum, no período que antecede à grande decadência.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;2. O dia. O dia é a primeira unidade do sistema. Quase todas as culturas dividem o dia em manhã, tarde e noite, o que parece se dever a um imperativo de natureza lógica. Algumas culturas o dividem também em períodos de tempo mais limitados, chamados de horas. Dependendo da duração dada a este período, o dia é composto de mais ou menos horas. Algumas culturas dividiram o dia em oito horas, outras em quinze, outra em trinta e seis, outras ainda em vinte e quatro (como é o caso de Delon). (...) Este sistema de divisão é mais ou menos inútil na medida em que é muito difícil se saber quanto tempo leva uma hora, salvo quando se tem um relógio solar por perto (mesmo assim a hora varia conforme o período do ano), ou uma ampulheta. Há, porém, registros que em certas cidades confederadas existe o que chamam de relógios hidráulicos, que, pelo que se comenta, são bastante precisos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Meses e anos. O conjunto de seis dias forma o sexto. O conjunto de seis sextos forma o mês. Assim, o mês tem trinta e seis dias. Esta contagem ancestral dos dias em sextos e meses é quase que universal em todas as culturas civilizadas conhecidas. O conjunto de dez meses formam o ano (ou ano menor), que tem, por conseguinte, trezentos e sessenta dias. Atribuiu-se um nome a cada um dos dez meses do ano. Do primeiro ao último, com as variações que possuem de um povo a outro, são as seguintes: 1- apo, 2 - dis (dirc, ou diarc), 3- gras (ou grat), 4 - bem, 5 - sin, 6 - noc, 7 - atic (ou ateit), 8 - lod, 9 - zio 10 - tar. Estes nomes, a princípio, parecem pouco significativos, e são mesmo. Isto se deve ao fato de não representarem uma palavra completa. Na verdade são apenas meros radicais (surgidos, acredita-se, de nomes de deuses antigos), partes de uma palavra. Existe uma razão para este fato, como se explicará a seguir.&lt;br /&gt;Há duas formas de nomear a data de um determinado mês. A primeira é a forma vulgar, generalizada entre nós e entre a maior parte dos povos. A forma vulgar é mais simples e consiste apenas no nome do mês precedido ou sucedido pelo número correspondente ao dia. Assim, temos tar-10 ou 10-tar. Existe, também, a pouco utilizada forma culta . Nesta os sextos também ganham nomes que são sufixos, os quais se agregam ao radical do mês. Os nomes dos sextos são estes: 1 – nal 2 – noel 3 – ral 4- roel 5 – lal 6 – loel. A data também acompanha o nome do mês e do sexto. Seu número, porém, varia apenas de um a seis. Deve-se agora citar alguns exemplos de datas na linguagem vulgar e a correspondente construção em linguagem culta:&lt;br /&gt;I – apo-5 aponal-5&lt;br /&gt;II – dis-15 disral-3&lt;br /&gt;III – lod-22 lodoel-4&lt;br /&gt;IV – zio-35 zioloel-5&lt;br /&gt;Em resumo, então, temos o seguinte quadro:&lt;br /&gt;Meses Sextos&lt;br /&gt;1- apo 1- Nal&lt;br /&gt;2-dis (dirc ou diarc) 2- Noel&lt;br /&gt;3-gras (grat) 3- Ral&lt;br /&gt;4-bem 4- Roel&lt;br /&gt;5-sin 5- Lal&lt;br /&gt;6-noc 6- Loel&lt;br /&gt;7-atic (ateit)&lt;br /&gt;8-lod&lt;br /&gt;9-zio&lt;br /&gt;10- tar&lt;br /&gt;A linguagem culta é um pouco complexa, daí ter sido abandonada no uso corrente. Entretanto, ainda é bastante utilizada na linguagem escrita, sendo, portanto, interessante conhecê-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. As estações do ano. Nem todos os lugares têm estações bem definidas. A tradição, porém, determina a existência de quatro estações do ano: verão, outono, inverno e primavera. As características de cada estação não são nosso objeto aqui. Basta dizer que cada uma delas dura dois meses e meio, ou seja, dois meses e três sextos. Observe-se o seguinte quadro, com início e fim de cada estação (em Delon):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="1" cellpadding="0" height="185" style="width: 350px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="115"&gt;&lt;br /&gt;                 &lt;strong&gt;Estação&lt;/strong&gt; &lt;/td&gt;               &lt;td width="86"&gt;&lt;strong&gt;Início&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width="85"&gt;&lt;strong&gt;Fim&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;               &lt;td&gt;&lt;strong&gt;Verão&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td&gt;&lt;strong&gt;Talroel&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td&gt;&lt;strong&gt;Disloel&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;               &lt;td&gt;&lt;strong&gt;Outono&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td&gt;&lt;strong&gt;Grasnal&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td&gt;&lt;strong&gt;Sinral&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;               &lt;td&gt;&lt;strong&gt;Inverno&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td&gt;&lt;strong&gt;Sinroel&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td&gt;&lt;strong&gt;Aticloel&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;               &lt;td&gt;&lt;strong&gt;Primavera&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td&gt;&lt;strong&gt;Lodnal&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td&gt;&lt;strong&gt;Taral&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;         &lt;/table&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;     &lt;/strong&gt;5. A contagem dos anos. O ano de 360 dias é conhecido também como ano pequeno, ou pequeno ciclo. O período de 36 anos é conhecido como o médio ciclo, ou ano vital. O porquê deste último nome (determinado pela tradição) é desconhecido. Como hipótese consideramos que visa este período contar o tempo de vida das criaturas superiores. Assim, o ser humano viveria de 2 a 2.5 anos vitais. Não sabemos ao certo. Bem, o período de dez anos vitais (360 pequenos anos) forma o grande ciclo, também conhecido como médio ano ou ainda hora cósmica. Dez horas cósmicas formam o dia cósmico, também conhecido como grande ano (que corresponde ao período de 3600 anos pequenos). Finalmente temos o ano cósmico, que é formado por 360 dias cósmicos, portanto por 1.296.000 anos pequenos. Medidas como o ano cósmico e o dia cósmico são inúteis para a nossa contagem do tempo. Não passam de meras curiosidades. Outras, como a hora cósmica e o ano vital, são bastante utilizadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-4330463930532551890?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/4330463930532551890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/4330463930532551890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/12/contagem-do-tempo.html' title='Contagem do tempo'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-5524195339349877814</id><published>2011-12-19T07:38:00.001-08:00</published><updated>2011-12-19T07:38:35.519-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundo'/><title type='text'>História da Terra das Sombras</title><content type='html'>&lt;div&gt;A história da Terra das Sombras, também conhecida como Ilha Zainíquia, inicia-se com a ascensão de Larcon e divide-se em duas eras, descritas a seguir:     &lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Primeira Era de Larcon &lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;(trecho retirado da parte conclusiva da obra de Jion Silai – “Vida e feitos dos líderes da Primeira Era”)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por tudo que já se abordou nesta obra até agora mostra-se possível, num esforço de síntese, resumir os principais acontecimentos da Primeira Era ou Terceiro tempo Siliarca (na visão dos Filhos do Fogo) da seguinte forma:&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ascensão de Larcon: Nosso fundador, inspirado por Naquicar, derrota a besta Crion e assume a liderança do clã do sul que passa a ser conhecido como filhos do fogo (os tairons).&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;20 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Início da I Guerra entre Filhos do Fogo x Filhos do Aço: Larcon, em pessoa, comanda os filhos do fogo em sua primeira guerra contra a tribo dos lamirianos, integrantes do clã de guerreiros conhecido como dicarianos. Estes homens mostrar-se-iam extremamente ferozes no campo de batalha, de modo que ganharam a alcunha de “filhos do aço”.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;30 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fim – I Guerra entre Filhos do Fogo x Filhos do Aço: Depois de vitórias de reveses, os filhos do fogo conseguiram um acordo vantajoso pelo qual anexavam a região da Lamíria.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;70 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Morte de Larcon: Aos noventa e dois anos, morre o fundador do Império. Esta é, ao menos, a idade que estabelecem as lendas.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;100 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Início – II Guerra entre Filhos do Fogo x Filhos do Aço: No ano de 130, inicia-se a segunda dinastia (os Nossilai) com a morte sem herdeiros do último descendente direto de Larcon num combate com os dicarianos que haviam resolvido reconquistar a Lamíria. Encerra-se, assim, a dinastia Larcoena.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;140 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fim – II Guerra entre Filhos do Fogo x Filhos do Aço: Anexação total da Terra do Aço ocorreu após uma série de embates em que se destacou pelo lado dos tairons o grande general Arcar Nossilai — que se tornaria o primeiro larcon da nova dinastia. Pelo lado dos dicarianos destacou-se o lendário Vadicar. Ele sempre fora contrário a tentativa de reconquista da Lamíria, mas comandou as tropas com uma competência sem igual. A vantagem numérica dos tairons era evidente, no entanto, de modo que nem mesmo ele pôde evitar a derrota. Refugiou-se em sua fortaleza, a qual nunca se logrou tomar durante sua vida. Acredita-se que tenha caído no controle dos tairons no ano 140.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;312 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Início – I Guerra entre Filhos do Fogo x Aliança (liderada pelo reino de Onerabiam): A aliança era um conjunto de reinos norgam que se concentravam ao norte da grande ilha. Como membros da tribo de Cigorat, eram excepcionais navegadores e muito prósperos também. Seu nível de civilização era bem superior ao dos tairons e dos dicarianos de então. Os primeiros contatos foram travados a partir do ano duzentos. Os tairons que visitavam Lor-Zainan (ou Lorai-Eianam na língua local), a capital do Reino de Onerabiam, ficavam espantados com sua riqueza e com o refinamento de seu povo. O espanto não tardou a se converter em inveja. O último larcon da segunda dinastia, Atar Nossilai, iniciou uma campanha que visava anexar o Reino de Zamiar-Acsoem que ficava na região da atual Terra da Pedra. De fato, o reino de Acsoem não era muito forte, embora fosse rico, possuindo em seu território numerosas minas. O que o Larcon não previa, porém, era que todos os reinos norgam se unissem contra os tairons. O apelo dos Acsoem para que os civilizados formassem uma grande aliança contra aqueles bárbaros foi bem sucedido. Consta que foi o Rei Lemi Acsoeni quem cunhou e usou pela primeira vez o termo Império das Sombras, para designar os tairons.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;328 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fim – I Guerra entre Filhos do Fogo x Aliança: Como era de se esperar, a guerra findou com a vitória da completa da Aliança e o início do Segundo Cativeiro (pois o primeiro fora para Crion). Um nobre estrangeiro reinou em Naquicaron. O período do cativeiro foi marcado por um grande desenvolvimento da civilização dos tairons. A influência da cultura norgam foi sentida em toda a sua força.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;529 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fim do Segundo Cativeiro com a grande restauração e início das guerras de reconquista dos territórios perdidos: Ircon I, general do Império, assume o trono, após uma bem sucedida conspiração, na qual depôs o último Imperador estrangeiro, Orugan Zan-lionast. O grande erro dos norgam foi ter permitido que os tairons permanecessem um reino separado, ainda que sob o comando de um nobre estrangeiro. Eles, por certo, sabiam que isto poderia tornar-se um problema, mas como eles próprios eram divididos em pequenos reinos, não teriam como entregar as terras conquistadas a apenas um dos membros da Aliança. Isto facilitou (e muito) o trabalho dos tairons quando estes depuseram o rei norgam. Explorando as divisões entre os norgam e por meio de moderadas concessões, conseguiram evitar de que tropas do norte reprimissem a rebelião. Inicia-se, deste modo, a terceira dinastia, os Morivai.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;620 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fim das Guerras de Reconquista: A vitória é dos filhos do fogo que tomam os territórios, anexando inclusive uma parte da atual Terra da Pedra. Desta vez, o reino de Acsoem caiu sobre o domínio dos zainiquiares. Isto só aconteceu porque Ircon III, o larcon de então, procurou não repetir os erros do passado. Antes de atacar os Acsoem, explorou com sucesso as divisões entre os povos norgam e costurou alianças com o reino Zamiar-Abiam (sito na região onde hoje se encontra a Terra do Vento). Evitou, assim, a formação de uma nova aliança contra os tairons.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;713 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ascensão de Narbucar III (o Imperador legionário) e início da Guerra entre os Filhos do Fogo e a Segunda Aliança: Na época de Narbucar Morivai os tairons já se haviam tornado um império tão poderoso quanto os reinos do norte, mesmo tomados conjuntamente. Isto se deveu em parte ao desenvolvimento da civilização ocorrido durante o segundo cativeiro, ao vasto território unificado sob o controle de Naquicaron e à forte receita gerada pelas minas de ouro em Acsoem. Os tairons não eram mais os simplórios de outrora.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;720&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fim da Guerra entre os Filhos do Fogo e a Segunda Aliança: A vitória é dos filhos do fogo que anexam as atuais a Terra do Vento e o restante da Terra da Pedra. A guerra, porém, não foi nada fácil. Houve insubordinação, principalmente nas tropas de origem norgam que lutavam do lado zainiquiar. Por vezes, parecia que a nova aliança, sob o comando de um Zangalast, seria vitoriosa. O grande Narbucar, enquanto liderou os zainiquiares, conseguiu numerosas vitórias em batalhas ao longo do rio que hoje leva o seu nome. Seu maior feito foi a destruição de diversas fortalezas do reino de Abiam, o que mais tarde seria determinante para a vitória dos tairons. Morreu, porém, na batalha em que foi tomada a Fortaleza do Vento (ano 718). Seu filho Jeron Morivai mostrou-se um incompetente, de modo que dois anos após a morte de seu pai, estava acuado em Naquicaron, cercado pelas tropas inimigas. O general Meroneu Norbest, porém, conseguiu reverter o rumo do conflito contra os norgam, que, no momento crucial, pecaram pelo excesso de confiança. Por motivos pessoais, o general destronou o Imperador Jeron iniciando a quarta (e última) dinastia — os Norbest.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;730 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ascensão de Tiuron II – O Imperador legislador: O filho de Meroneu entrou para a história como o homem que iniciou uma fase de prosperidade e unidade para o Império, ao criar o Conselho de Escaelos. Consta que, quando menino, Tiuron Norbest ficou impressionado com a crueldade de seu pai para com os norgam. O Larcon tinha escravos desta etnia e os maltratava terrivelmente. Tiuron, porém, era um profundo admirador da cultura norgam e compreendia o ressentimento dos reinos do norte. Ao mesmo tempo, estava profundamente intrigado pela obra de um sábio tairon, de nome Escaelos, que fora perseguido durante sua vida por pregar uma estranha forma de governo. Logo percebeu que o sábio estava correto em suas conclusões e acalentou o desejo de implantar a inusitada solução por ele proposta. Manteve, porém, em segredo seus desejos até a morte do tirano Meroneu.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;735 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Criação formal do Império das Sombras e dos clãs Fim da quarta dinastia (que só teve dois reis e só durou formalmente quinze anos – embora Tiuron II tenha governado até 773): Tiuron criou os clãs, delimitou seu território e implantou o Conselho de Escaelos. Em 740 ocorre a primeira reunião do Conselho. Nesta reunião, discutiu-se uma série de pormenores e confirmou-se a permanência de Tiuron como Larcon até a sua morte.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;810 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Início da III Guerra entre os Filhos do Fogo x Remanescentes ainda não anexados dos norgam: Apesar de em menor número o reino de Onerabiam resistiu bravamente durante todo o conflito, chegando a obter numerosas vitórias, sempre tirando proveito do desejo de independência das regiões conquistadas. Provavelmente teria sido bem sucedido, se o Conselho não tivesse sido criado. Este órgão propiciaria a necessária alternância de poder entre as Grandes Casas e a absoluta igualdade jurídica entre elas. Desta forma, os ímpetos separatistas foram muito minorados.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;862 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fim da III Guerra entre os Filhos do Fogo e remanescentes norgam: O reino de Onerabiam é integrado por completo ao Império das Sombras. Lor-Zainan passa a ser a capital dos Filhos da Água (que até então eram sediados em Ainog-Zainan).&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1314&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Invasão do Império Ciliano à Cidade do Portal: Esta data é considerada como o fim da Primeira Era que foi marcada basicamente pelas guerras de unificação. A partir da primeira guerra contra o Império Ciliarca ou Ciliano, uma nova era de conflitos inicia-se para o Império que agora unificado deve enfrentar inimigos externos.&lt;br /&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este grosso resumo mostra os principais acontecimentos da Primeira Era, mas está longe de ser exaustivo. É de fato bastante incompleto, mas fornece um panorama geral do período. Cabe ainda lembrar ao leitor que até o ano de 718, quando Narbucar III fundou a Academia Filosófica (de Naquicaron) na região do Lago de Cristal, iniciando assim as anotações oficiais, os anos por nós estabelecidos são meras estimativas aproximativas, pois a tradição oral e os documentos de que dispomos não permite dar-lhes precisão maior do que esta. Tami e Escaelos pecam quando deixam de fazer essa ressalva. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 align="justify"&gt;Segunda Era de Larcon:&lt;/h3&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Noções da Segunda Era de Larcon (trecho retirado da obra de Linor Zolcrat – “Quinto estudo histórico da Academia Filosófica de Naquicaron”)&lt;br /&gt;       &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Finalmente chegamos à conclusão de nossa obra, que foi feita não só por mim, Linor Zolcrat, mas também por todos os sábios que pertencem à Academia Filosófica do Lago de Cristal. Para todos aqueles que colaboraram na realização deste trabalho nossos sinceros agradecimentos, pois está além da força de um só homem o difícil trabalho de leitura de um sem número de obras da Grande Biblioteca. Também seria impossível para uma só alma a seleção do conteúdo relevante dentro dessas obras. É um estudo que pretendeu ser profundo, ainda que incompleto. Resta, finalmente, apresentar uma ou outra ressalva dos autores e um breve apanhado geral dos conteúdos abordados, para que então possamos encerrar. (...)&lt;br /&gt;Deve-se justificar o porquê de se ter utilizado durante todo o livro o termo idade em vez de era, como sempre fizeram os autores clássicos, como Silai e Tami. Não é difícil de se entender. Na verdade, nossa história se divide em três períodos:&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1. Período nebuloso&lt;/strong&gt; (ou primeiro tempo siliarca): são tempos desconhecidos, em que os silai - o povo dos arquivos - ainda não tinham migrado para a Terra das Sombras. Este período termina com a grande decadência e a migração do lendário Liurom e seus seguidores para nossa ilha.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2. Período heróico&lt;/strong&gt; (ou segundo tempo siliarca): os silai chegam à Terra das Sombras e começam a conquistar as terras selvagens. É a época da lenda da besta Crion e da grande escravidão (Primeiro Cativeiro). Se a lenda é verdadeira ou não, não pode haver conclusão definitiva. O que se pode dizer é que muitos de nós acreditam ser ela apenas um símbolo da conquista das terras selvagens pelos homens. O período heróico termina com a ascensão do primeiro rei dos filhos do fogo, Larcon.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3. Período imperial (terceiro tempo siliarca):&lt;/strong&gt; é o tempo em que estamos agora, que se caracteriza pela  existência do Império das Sombras. Ele se divide em duas idades:&lt;br /&gt;       3.1 A idade da unificação ou da consolidação, que vai até o  ano de 1314.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3.2 A idade da união, que é a idade atual, caracterizada  pelas guerras externas.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para os clássicos, a idade da união seria a Segunda Era (ou quarto tempo siliarca). Isto não é verdade, pois não houve uma ruptura como ocorre na passagem de eras. Prova disso é que o tempo continua sendo contado a partir da ascensão de Larcon, e não com um novo marco inicial. (...)&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Resta apresentarmos, a exemplo de Silai e antes dele de Escaelos e de Ionat, um quadro elucidativo dos principais acontecimentos da segunda idade do Período Imperial.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1314 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Invasão, pelo império Ciliano (ou Ciliarca), da Cidade do Portal. Início da primeira Guerra do Império das Sombras com uma potência estrangeira. Na verdade, nessa época o Império Ciliano estava no auge do seu poder com vastos territórios continentais, embora fosse originalmente insular. Cilion era localizada em uma pequena ilha rochosa ao sul da Península Oreânica. O pretexto utilizado pela potência estrangeira era de que os filhos da água teriam violado o monopólio ciliano no comércio marítimo, instituído unilateralmente no ano de 784. Embora os povos fracos do continente respeitassem este absurdo monopólio, o Império das Sombras jamais o reconheceu. Os cilianos logo aprenderiam que não poderiam lidar conosco da mesma forma que lidavam com covardes do continente.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1338 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fim da Guerra com a vitória do Império das Sombras, que consegue recuperar as terras perdidas. Além disso, temendo a possibilidade de uma tentativa de invasão de cidades cilianas na Península Oreânica, o Cinog (título do rei local) concedeu direitos aduaneiros para os senhores da Cidade do Portal, que passam a comerciar em Cilion. Com isso os filhos da água retiraram-se da guerra, obrigando o Imperador Loan Silai a recuar em suas pretensões de invasão.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1341 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Revolta do Conselho de Veranor ou Sínodo Acsiano (seita de adoradores do Deus Sol), na verdade uma revolta de alguns comerciantes e nobres locais, que sob o pretexto religioso pretendiam recuperar os monopólios perdidos. O cinog acatou as reivindicações pleiteadas, iniciando uma nova crise que eventualmente levaria à Segunda Guerra contra os cilianos. Os filhos da água, prejudicados pelo fim de seus privilégios, estavam mais do que dispostos a lutar. Ao Império também interessava a guerra. Entretanto, o Imperador agora negava-lhes seu apoio, basicamente em represália pela retirada dos Zangalast no primeiro conflito.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1368 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mas a dívida não foi esquecida e o Império declarou guerra no ano de 1368, depois que um novo Imperador — convenientemente um Zangalast — assumiu o trono. Porém, a superioridade naval do império Ciliano era evidente. Apesar dos esforços de um ascendente Império das Sombras, a invasão de Cilion não era viável. O conflito, indefinido, persistiu por muitos anos, o que aliás já era excelente para os filhos da água, que começaram a trazer produtos diretamente do continente (sem os intermediários cilianos), principalmente a partir de Algar, e em menor escala de Tansis e Sib-li.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1374 a 1380 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Império Ciliano, porém, não assistiria as atividades lucrativas de seus inimigos passivamente. Utilizando-se de seu enorme poder continental, em 1374 conseguiu dissuadir os alguianos a continuar o comércio com os zainiquiares, sob ameaça de invasão. O mesmo argumento foi utilizado contra Delon (que controlava Tansis). Esta, porém, demorou mais a ceder e foi preciso que os alguianos fossem subornados e também pressionassem para que os portos de Tansis se fechassem para a Terra das Sombras. No caso de Sib-li, o Cinog não se daria ao trabalho de fazer ameaças. Em 1375 ele invadiu a cidade, dando início à guerra contra uma série de cidades-estado independentes, mas unidas entre si pela língua, pela cultura e pela sua história comum. O que o Cinog não esperava (ou ao menos subestimava) era a reação conjunta de todas elas. Foi mais ou menos o mesmo erro que cometeu o Larcon Atar Nossilai no ano de 312. A princípio (1375-1378), o exército baseado em Sib-li facilmente avançou, tomando Tad-noqui e sitiando Nor-maqui. A reação do norte, porém, foi brutal (sabe-se que os trolnaquianos consideram-se os únicos civilizados). Reforços vindos a partir da própria Trol-naqui, no verão de 1379, obrigaram os cilianos a retroceder. Foram progressivamente expulsos dos territórios conquistados. O cinog não se conformou e ordenou que seus exércitos continentais marchassem sobre Nor-maqui. Depois de algumas vitórias de ambos os lados, a guerra foi decidida na célebre batalha do Forte Pironeu (1380). Os trolnaquianos saíram-se vencedores. Depois deste confronto a guerra já estava decidida, menos de um ano se passou até que as cidades de Tad-noqui e Sib-li fossem libertadas.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1386&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apesar de um novo Cinog, de nome Leonat III, ter conseguido resistir ainda por alguns anos, enfraquecido pela guerra contra Trol-naqui, Cilion teve de capitular também para a Terra das Sombras, pois era evidente que se não o fizesse, uma invasão das cidades continentais aconteceria. Por isso, tentando dissuadir um inimigo bem mais poderoso, os Cilianos entregaram sua principal cidade portuária no continente, Zalcaris, além de restabelecer os direitos comerciais perdidos. Neste dia todos souberam que o antigo império insular estava com os dias contados e seria substituído por outro, só que muito mais poderoso, o Império das Sombras.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1402 a 1427 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Império Ciliano não era tão sólido como queria parecer. Na verdade, era formado por uma série de etnias que aspiravam sua libertação. As duas principais eram os sagrianos, que habitavam o norte da Península Oreânica, e os orgulhosos oreanos, que habitavam a Cidade do Delta (a qual, no passado, já tinha sido a sede de um grande império). Os cilianos eram norgam da tribo de Darnod, mas, no continente, preponderavam, entre os norgam, as tribos de Mironai e Quinos. Muitos destes grupos ansiavam pela queda do Império. Após a guerra cílio-trolnaquiana, na qual os cilianos praticamente exauriram seus exércitos continentais, ocorreram revoltas por toda a Península. Até 1427, porém, os cilianos conseguiram, com um grande esforço e por meio de numerosas concessões, suprimi-las. Apenas a Cidade de Oréu logrou conquistar sua independência em 1426. O domínio ciliano sobre os oreanos era ainda muito recente, não possuindo a legitimidade conferida pelo costume. A sua manutenção, portanto, era custosa demais, desviando recursos que poderiam ser aplicados para o reforço das posições cilianas no coração da Península, ou seja, em Galocar Antaniom.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1431 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A destruição de Cilion interessava ao nosso Império. Já se tornara claro em Naquicaron que os cilianos eram como um guerreiro ferido, esperando apenas o golpe de misericórdia. Os ímpetos revoltosos precisavam tão somente ser coordenados para que fossem bem sucedidos. Logo ficou evidente que a coordenação deveria ser feita a partir de Galocar Antaniom. Esta cidade fora fundada e era habitada preponderantemente pelos sagrianos, um povo larani que, apesar de ser numeroso, sempre fora governado por estrangeiros. Eram fracos e covardes, mas tinham anseios de liberdade que poderiam ser utilizados. Dentre os sagrianos, os Bariad-Odani, uma das casas mais poderosas, eram sabidamente inimigos da tribo de Darnod, e portanto dos Cilonat-Veranor, mas aliados da tribo de Quinos, grupo mais populoso de Zalcaris e também de Zamiar do Norte. Por meio dos norgam de Zamiar, foram realizados os primeiros contatos com a mencionada casa, que culminaram na reunião sigilosa de 1431, realizada no Forte da Noventena, na qual, entre outras coisas, ficou acertado que se tentaria criar um reino larani no norte da Península, mas que esse reino não englobaria as cidades com maioria norgam (Zamiar do Norte e Jar-li), as quais se tornariam cidades-estado. O Império das Sombras financiaria a revolta que deveria se iniciar no ano seguinte em plena Galocar Antaniom.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1432 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A revolta, porém, não ocorreu como previsto. Boa parte das casas larani não se juntou aos revoltosos, preferindo permanecer leais ao Império Ciliano e ao habilíssimo governador de Galocar Antaniom, Aquironei Cilonat-Veranor, que era parente do Cinog. A conspiração acabou sendo denunciada e parte dos conspiradores foi presa e executada. Parte, porém, conseguiu escapar para as Queialiam, levando consigo armas e ouro. Eram liderados por um jovem sagriano de vinte e cinco anos, natural de Jar-li, chamado &lt;strong&gt;Mentonat  Alar-Sagri&lt;/strong&gt;. Nas Queialiam o jovem líder teve contato com os averonitas, que se diziam remanescentes do antigo clã triot (fundador de Tritsi-lacar), que fora perseguido pelos oreanos. Os averonitas assim se chamavam porque acreditavam que os triot eram parte do que restava dos homens de Averonad, que supostamente já habitavam a Península desde antes da Grande Decadência. Com eles se aliou e muito aprendeu. No Império das Sombras, porém, considerou-se que o plano havia fracassado por completo. A única alternativa que parecia possível (apesar de bem mais custosa e difícil) era a intervenção militar direta. Afinal, não se podia entregar na mão de um larani o trabalho que só um zainiquiar conseguiria fazer.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1432 a 1444 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 1432 a 1438 os revoltosos ganharam terreno lentamente. Era impressionante a habilidade do seu líder em angariar alianças entre os larani. Combinando habilmente a alternativa militar com a persuasão diplomática, Mentonat conseguiu lentamente a simpatia de muitas das casas que se recusaram a apoiar a revolta original. Entretanto, seria exagerado supor que ele pudesse subverter o domínio ciliano sozinho, pelo menos não no curto prazo. A invasão zainiquiar, porém, precipitaria as coisas. Foi em 1442 que se deu o início das hostilidades. Na verdade, foram os cilianos que as iniciaram, quando perceberam o gradual envio de tropas para Zalcaris. Sitiaram nossa cidade portuária, mas não conseguiram invadi-la. Tampouco, a marinha de Cilion conseguiu comprometer seriamente o transporte das tropas, embora o tenha dificultado. O contra-ataque zainiquiar viria apenas no inverno do ano seguinte (1443) quando a maior parte das legiões que participariam da guerra já estavam na Península. Os cilianos resistiram bravamente, mas o cerco a Zalcaris acabou sendo rechaçado no início de 1444. Nesse meio tempo, com o progressivo deslocamento de suas forças para o sul, o poderio de Cilion em Galocar Antaniom havia sido seriamente enfraquecido, de modo que os rebeldes poderiam, se quisessem, liderar uma revolta bem-sucedida. Mas não foi exatamente isso que os revoltosos fizeram. Antevendo a completa vitória zainiquiar, e a conseqüente anexação das terras sagrianas pelos invasores, Mentonat encontrou-se com o governador de Galocar-Antaniom e, intitulando-se “a voz do povo larani”, ofereceu o apoio de sua gente aos cilianos, em troca de uma série de concessões. A mais importante delas: o próprio Mentonat seria nomeado o comandante das legiões do Norte. O ladino Aquironei Cilonat-Veranor aceitou sem reservas as condições dos rebeldes.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1445 a 1449 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mentonat reuniu suas forças, compostas parte por sagrianos, parte por averonitas, parte por cilianos e marchou para o sul. Sob a insígnia do Império Ciliano e com o governador de Galocar Antaniom como seu subordinado, ele defrontou-se com os zainiquiares que sitiavam a fortaleza de Tancara-Zanor. Nossos homens foram surpreendidos. Um ataque de grandes proporções vindo do norte era considerado improvável por nossos generais, que possuíam boas razões para acreditar que os cilianos não teriam mais como dispor de grandes exércitos. Por isso, o inimigo saiu vitoriosos e nosso avanço para o norte foi temporariamente suspenso. Os exércitos zainiquiares no sul da Península, porém, mantinham um domínio inconteste, e sobre eles Mentonat recusou-se a avançar. Sem o apoio dos nortistas, a lendária ilha-fortaleza acabou caindo sob o nosso controle após uma série de batalhas sangrentas que foram travadas entre a primavera de 1447 e o verão de 1449, culminando com a derrocada final de Cilion e a captura do último Cinog – Adornai Cilonat-Veranor. Nossas forças puderam, então, voltar-se para o Norte. O problema é que déramos tempo demais para Mentonat agir.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1450 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quando nossas forças chegaram à margem do Sagrion-larani, lá encontraram um enorme exército composto não somente de sagrianos e averonitas mas também de alguianos e oreanos. É que Mentonat negociara com esses povos. Prometera a Algar o domínio de Algarian-naqui (cidade alguiana que fora perdida para os cilianos após a Guerra da Grande Aliança, iniciada em 1213), e aos oreanos o seu incondicional apoio para a reconquista da cidade de Tomaxia. Aos zainiquiares, já devidamente dissuadidos de suas intenções belicosas, ele ofereceu o cumprimento dos termos do acordo sigiloso celebrado em Zamiar do Norte, o que interessava sobremaneira à tribo de Quinos, a qual tinha forte influência, à época, sobre os filhos da água (que, não se deve esquecer, também são um povo norgam). Sem dúvida, Mentonat se revelara um adversário formidável. Soubera ceder, quando devia ceder e lutar quando devia lutar. Sempre foi extremamente maleável, daí ter logrado conseguir o Grande Tratado de Zalcaris, que redefiniu as fronteiras dos reinos peninsulares, entre outras coisas, reconhecendo a incorporação de parte do sul da Península Oreânica ao Império das Sombras e criando o Império Médio (ou Nova Asságria). Para isso, teve de abrir mão de quatro cidades, mas se não o tivesse feito ficaria sem nenhuma. Por suas qualidades, ele fora apelidado de Gstoniam, nome de uma árvore extremamente maleável e resistente, muito comum no Norte da Península Oreânica. Não viveria, porém, para gozar suas conquistas. Sob circunstâncias misteriosas, o general foi assassinado no ano de 1452. O ex-governador de Galocar Antaniom, Aquironei Cilonat-Veranor, que se havia tornado um dos mais fiéis servos de Gstoniam, logo descobriu os assassinos e os puniu exemplarmente. Os Cilonat-Veranor acabaram tomando para si a tarefa de continuar a obra da “Nova Asságria”, já que Mentonat não tinha herdeiros. Embora nunca tenham existido evidências concretas, não são poucos os que desconfiam do envolvimento de Aquironei na morte do general.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1602 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Após a queda do Império Ciliano, um novo período de paz e estabilidade iniciou-se. É que nossas ambições expansionistas não poderiam ser realizadas enquanto os demais reinos peninsulares estivessem dispostos a lutar contra nós em conjunto. Algar, Galocar Antaniom, a Cidade do Delta e mesmo Delon estavam prontos a se unir contra nós em caso de um ataque a qualquer deles. Visavam, por esse artifício, impedir que o nosso reino ocupasse posição semelhante à do antigo Império Ciliano. Os fracos, assim unidos, ficaram mais fortes, e, por um certo tempo, a estratégia foi bem sucedida. Entretanto, a ascensão de Lacmorat Gáris, em 1602, ao trono de Algar, poria um fim nesta tácita aliança.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1607 a 1609 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A princípio, o novo rei de Algar, que assumira com trinta e dois anos de idade, adotaria uma postura muito semelhante a de seus antecessores. Manteve a aliança com os demais reinos peninsulares e, no plano interno, não realizou grandes transformações. Tudo mudaria no ano de 1607, quando ocorreu a &lt;strong&gt;questão  de Quinos&lt;/strong&gt;. A casa de Gáris e outras quatro ou cinco famílias da confiança do Rei sempre possuíram estreitas relações comerciais e de amizade com os norgam de Cilion, da tribo de Darnod. Isso possibilitou que essas poucas famílias, praticamente desde a época da ascensão do rei oreano Aloniran Tomax (ano 401), mantivessem o monopólio do comércio em Algar e também do comércio alguiano com outras cidades. O poder da tribo de Darnod, entretanto, estava decaindo rapidamente. Mesmo em Cilion, casas pertencentes à tribo de Quinos e nobres zainiquiares (notadamente os norgam da tribo de Cigorat) começaram a assumir as posições mais importantes. Esse fato não teria tido maiores conseqüências (afinal, no fundo, era apenas uma troca de fornecedores) se a tribo de Quinos não escolhesse outros a quem vender, quebrando assim o antigo oligopólio. A reação do Rei, a princípio branda, foi se intensificando por pressão das casas prejudicadas pela mudança. Mesmo assim, até 1609, o Rei Lacmorat não determinara mais do que uma dúzia de prisões temporárias e a apreensão de alguns estoques de mercadorias ilegais, sem atingir fortemente os novos comerciantes. Ao que parece, o Rei era partidário de uma solução de consenso, segundo a qual se flexibilizaria o oligopólio, com a inclusão de cinco ou seis novas casas. Ocorre, porém, que Lacmorat e sua família sofreram um atentado, no qual a Rainha faleceu e um de seus filhos (justamente o primogênito) foi gravemente ferido. Após rigorosa investigação, a culpa foi atribuída aos novos comerciantes, os quais, supostamente estariam tentando criar um equivalente alguiano para o Conselho de Veranor, por sugestão de nomes importantes da tribo de Quinos. A partir daquele momento, a atitude do Rei se transformaria radicalmente.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1610 a 1622&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por cinco anos (1610 a 1615), Lacmorat dedicou-se aos expurgos internos. Perseguiu todas as casas que supostamente poderiam pertencer ao grupo de traidores. Em sua ânsia por sangue, não foram poucos aqueles que foram condenados à morte e muitos mais tiveram os bens expropriados e foram banidos. Aquele era um tempo em que se praticava em Algar um jogo muito perigoso, em que uma mera delação anônima era muitas vezes suficiente para abrir as portas da ruína e do suplício. O terror desse período é realmente difícil de estimar para quem não o vivenciou. Felizmente, a partir de 1615, embora não julgasse ter eliminado por completo os focos de traição, o Rei diminuiu as perseguições, pois passou a concentrar-se em outro objetivo: criar o mais poderoso e bem treinado exército da história da Península. Esse feito tomou-lhe sete anos de cuidadosa e metódica preparação. Nesse meio tempo, passou a ter uma atitude hostil para com outros reinos, em especial para com o Império Médio, Zamiar do Norte e em menor grau para com Delon. O ódio do Rei, na verdade, dirigia-se principalmente contra os zainiquiares (conquistadores de Cilion), mas, por um bom tempo, esforçou-se ao máximo para esconder os seus propósitos.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1622 a 1632 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No inverno de 1622, o Rei Lacmorat Gáris fez uso pela primeira vez de seu bem preparado exército. Pôde finalmente vingar-se dos norgam da tribo de Quinos invadindo a cidade de Zamiar do Norte. A invasão foi rápida: apenas dois dias de luta e o lendário Forte da Noventena caía. O Império Médio, antigo aliado de Zamiar, tentou libertar a cidade, mas foi rechaçado naquela que ficou conhecida pelos larani como a Batalha de Sangue (taral-3, 1623), na qual o exército sagriano foi destroçado. O Rei Lacmorat, sentindo-se encorajado, resolveu invadir o Império Médio. Uma parte do exército alguiano avançou para o nordeste, sitiando Galocar Antaniom, outra parte foi para o sul e investiu contra Tancara-Zanor. O Império Médio conseguiu envolver Jar-li e a Cidade do Delta na guerra, mas não os delones. As forças da chamada Aliança Trina confrontaram o exército alguiano ao sul do Sagrion-larani. Apesar das vitórias iniciais em Tancara-Zanor, durante o outono de 1624, nas batalhas da Floresta do Silêncio (ocorridas durante o final de 1624 e o início de 1625) e finalmente na grande batalha de Algarian-naqui (disroel-4, 1626), as forças da aliança foram definitivamente derrotadas. Galocar Antaniom continuava resistindo, mas não conseguiria agüentar por muito mais tempo o cerco de Algar. Por esse motivo, o Imperador Alaran III foi forçado a negociar a paz em termos bastante favoráveis a seus inimigos, concordando em ceder a cidade portuária de Laguir-Zamiar e a pagar uma farta compensação em ouro, também arcada pelos oreanos. O Rei Lacmorat estava mais do que satisfeito. O que pretendia era isso mesmo: enfraquecer os demais reinos peninsulares para que não pudessem apoiar os zainiquiares quando o exército de Algar invadisse o sul da Península. Não era segredo que Alaran III era um bom amigo do Império das Sombras (dois de seus filhos, inclusive, chegaram a ser enviados para estudar na Terra do Vento). Talvez fosse exagerado pensar, entretanto, que o Império Médio se aliaria conosco contra os alguianos. Entretanto, Lacmorat acreditava que esta era uma possibilidade real e queria evitar esse risco. Seu intento foi alcançado, pois no final da guerra, o Império Médio estava, de fato, enfraquecido demais para nos prestar qualquer apoio. Do acordo de Algar, que pôs fim à guerra, em 1627, até o ano de 1632, o Rei ocupou-se em fortalecer seu exército o mais que pôde e durante esse tempo tornou-se o senhor mais poderoso e temido na Península Oreânica. O período que vai de 1622 a 1632 é por nós nomeado de decênio alguiano.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1633 a 1636 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Até então, o Império das Sombras não se envolvera nas hostilidades porque estávamos muito ocupados equacionando pendências internas. Descreve-las-ei rapidamente. Em 1624, morrera o já idoso Imperador Daicar Norbest. O nome de consenso entre os nobres para substituí-lo era o de Liurom Fanor, filho primogênito do senhor da Terra da Pedra. Ele, de fato, foi eleito pelo Conselho e assumiu, mas acabou falecendo de uma enfermidade dois anos mais tarde (inverno de 1626), criando um impasse na sucessão. Tairon Norgat, senhor do mais próspero dos clãs, os filhos do fogo, candidatou-se ao trono. Os filhos da água e os filhos do tempo se opuseram à sua candidatura veementemente. Temiam o poder que a casa Norgat possuiria caso subisse ao trono. No entanto, os outros três clãs (filhos do aço, filhos do vento, filhos da pedra) pareciam não ter fortes objeções ao nome de Tairon. Criou-se um impasse. Embora Tairon pudesse ser eleito, sofreria a oposição direta de dois clãs poderosos e, possivelmente, não receberia muito apoio no caso de uma guerra no Continente do Norte. Mesmo assim, não parecia estar disposto a desistir do trono. Pela primeira vez desde a criação do Conselho, os dissidentes ameaçaram abertamente não respeitar sua decisão e recorrer às armas. O clima de tensão chegou ao ápice no final de 1627, quando a eleição teria lugar. No último momento, Tairon retirou seu nome e o Conselho nomeou dois cônsules que governariam até que se encontrasse outro candidato. Um ano depois, em nova reunião extraordinária, o Conselho de Escaelos aclamaria, por consenso, o velho Naogon Lamir-Vonin Linriarod, senhor da Terra do Aço como o novo larcon. Caberia a ele conduzir a guerra na Península. No Império das Sombras, estávamos cientes das atividades alguianas e ninguém duvidava que o exército de Lacmorat acabaria por se voltar contra nós. Por isso, assim que assumiu, o Larcon não tardou a iniciar o transporte de tropas para o Continente do Norte. Em 1632 nós já nos julgávamos praticamente preparados, mas foram os alguianos que iniciaram as hostilidades. A maior parte de nossas forças estava nas cidades do sul da Península, pois acreditávamos que era lá que os alguianos atacariam. Lacmorat, porém, tentou invadir a ilha-fortaleza! Uma enorme frota conduziu os exércitos inimigos à Cilion. A cidade não estava suficientemente guarnecida para suportar o ataque maciço dos alguianos e foi invadida e incendiada. Depois de fazer o mesmo com Zamiar do Sul, Lacmorat simplesmente retornou com seu exército para a Península. Nesse meio tempo, porém, nossas forças continentais avançaram, invadindo Laguir-Zamiar e dividiram-se em dois grupos: um rumou para Algar e outro para Algarian-naqui, que acabou conquistada. No início de 1633, Zamiar do Norte foi libertada. Nada disso, porém, escapava às maquinações de Lacmorat. O que ele queria era exatamente que nosso exército se dividisse. Desembarcou com suas forças nas proximidades do Lago Salgado e marchou em direção a Algar. Acabou conseguindo romper o cerco, retornando, em seguida, para as terras zainiquiares, atacando e destruindo Tritsi-lacar e Zamiar Intermédia. Zalcaris foi sitiada. Tais derrotas causaram escândalo em Naquicaron e na própria Península, pelo banho de sangue que o louco rei alguiano estava promovendo. No início de 1634 foi formada uma aliança contra os Gáris, que envolvia todos os reinos peninsulares, inclusive Delânia (que pouco participou dos embates). O único reino que se manteve neutro foi a Confederação Trolnaquiana, cuja postura tradicional era de isolamento. O que restava do nosso exército voltou do norte e, juntamente com as tropas oreanas e do Império Médio, derrotou Lacmorat em Zalcaris, forçando-o a retroceder para Algar. O erro dos nossos inimigos foi ter subestimado a capacidade defensiva de Zalcaris. Esperavam invadir a cidade e, por conseguinte, poder contar com a proteção de suas muralhas quando nossas tropas chegassem. Nossos defensores, porém, lutaram bravamente, impedindo esse desfecho. A derrota de Lacmorat em Zacaris deu um novo rumo ao conflito. Durante os anos seguintes, enviamos mais e mais reforços que engrossaram as fileiras da aliança. As batalhas decisivas foram travadas, a partir de então, em terras alguianas. Em 1636 Algar foi conquistada.&lt;br /&gt;     &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;         &lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;(os eventos que se seguiram na história peninsular fazem parte do período que se convencionou chamar de "A Guerra das Sombras", descritos, sob óticas variadas, nos livros que compõem o romance.)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-5524195339349877814?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/5524195339349877814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/5524195339349877814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/12/historia-da-terra-das-sombras.html' title='História da Terra das Sombras'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-1456496049553213146</id><published>2011-12-19T07:31:00.000-08:00</published><updated>2011-12-19T07:31:31.518-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundo'/><title type='text'>Mapa da Península Oreânica</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8Fo4qsbUCiI/Tu9YrMSvNBI/AAAAAAAAAYI/YPCjlVZIA7A/s1600/mapapo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="464" src="http://1.bp.blogspot.com/-8Fo4qsbUCiI/Tu9YrMSvNBI/AAAAAAAAAYI/YPCjlVZIA7A/s640/mapapo.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A Península Oreânica tem, supostamente, seu nome originado da tribo de Oréu. Conforme consta, no tempo da Decadência, quando as terras se tornavam desertos, a tribo de Oréu veio do norte, seguindo o curso do Rio Eterno, estabeleceu-se no seu delta e lá prosperou. Mais tarde outras tribos ocuparam a região, mesclando-se à povoação original. A cidade de Délon fica no extremo oeste da Península. Nosso domínio está separado dos reinos vizinhos por um obstáculo geográfico: as Montanhas Velhas (“Iero-Lian”). As relações de Delânia com os peninsulares são, portanto, menos intensas do que em outras circunstâncias seria de se esperar.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Apesar do acordo de paz e aliança celebrado 182p.e. com os alguianos, o isolamento de Délon tornou-se cada vez mais acentuado, principalmente após a chegada da tribo de Iadi. Talvez este fato tenha contribuído para a prosperidade de Delânia, uma vez que a Península foi palco de diversas guerras, notadamente antes da ascensão do Império Ciliano, e também depois com sua decadência. Atualmente, a Península encontra-se fragmentada em diversos reinos. Mostra-se relevante o Império Médio (também conhecido como Nova Asságria). Nascido a partir dos domínios setentrionais do Império Ciliano, sua capital é a velha cidade-fortaleza Galocar Antaniom, também chamada Gstoniam, em homenagema o eminente general que lá triunfou. O mais poderoso reino, porém, é uma potência extrapeninsular. Trata-se do Império das Sombras, que passou a ocupar posição semelhante a dos antigos cilianos. As relações de Délon com os reinos peninsulares vem se adensando nos últimos anos. Há inclusive o potencial de desenvolvimento do comércio a partir do porto de Tansis e da Cidade dos Cristais. Este período de maior estabilidade e integração coincide com a destruição da expansionista casa de Gáris e com a conseqüente anexação de Algar pelo Império das Sombras (1939p.e.).&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-1456496049553213146?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/1456496049553213146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/1456496049553213146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/12/mapa-da-peninsula-oreanica.html' title='Mapa da Península Oreânica'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-8Fo4qsbUCiI/Tu9YrMSvNBI/AAAAAAAAAYI/YPCjlVZIA7A/s72-c/mapapo.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-7553088078770683277</id><published>2011-12-19T07:14:00.001-08:00</published><updated>2011-12-19T07:20:13.069-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundo'/><title type='text'>História da Península Oreânica</title><content type='html'>A história da Península Oreânica desde a chegada de Oréu até a Guerra da Grande Aliança está descrita neste artigo.&lt;br /&gt;(trecho da obra de Quiarom Gonarom "História da Península Oreânica" - Biblioteca de Algar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ANO 1p.e.: ‘Muito além da grande Serra que reveste o horizonte, nossa gente viveu por incontáveis dias cósmicos. (...) Em razão das faltas humanas é que veio a Grande Punição. Desgostosos, os deuses puniram os homens, transformando as verdes terras em desertos’. É assim que Alonisor Goma inicia a incrível narrativa dos feitos do fundador de sua cidade natal, Oréu. Do norte ele imigrou com seu povo e no delta do Air-Queiaogan sua tribo passou a viver. Real ou fictícia, pouco importa, é esta história o marco inicial do calendário peninsular.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANOS 1-102p.e.: Da mesma forma que a mítica tribo de Oréu, outros clãs migraram para a fértil Península Oreânica neste período, fazendo surgir muitas vilas que se converteriam, no futuro, em cidades. Como exemplos, podemos citar Liog Zaniod e Galocar Antaniom (fundadas pela Tribo de Sagrion), e Tritsi-lacar, do clã de guerreiros triot, que tanto perturbaria os alguianos. Uma pequena observação é de rigor: os descendentes dos triot sempre clamaram que sua gente já se encontrava na Península quando os oreanos chegaram. Afirmam que são parte de uma tribo mais ampla, os homens de Averonad, que seriam os senhores de direito de nossa península. Isso explica, em parte, sua ferocidade para com as outras tribos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 102p.e.: Fundação de Algar. Vindos pelo mar, o nosso povo, cansado da guerra, instalou-se a sudeste de uma cadeia de montanhas rochosas e a oeste do belo Lago Salgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 107p.e.: Fundação de Delon no extremo oeste dapenínsula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 138p.e.: O clã triot ataca Algar. A cidade é pilhada. Os alguianos restantes são obrigados a fugir para as montanhas, das quais retornam apenas trinta e nove anos depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 172p.e.: A então pequena cidade de Algar aceita associar-se à poderosa e mais antiga Cidade de Oréu em troca de proteção contra os triot. A associação com a Cidade do Delta teve, no longo prazo, grandes conseqüências, como adoção do calendário peninsular e da língua de Oréu pelos alguianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 182p.e.: Com base na teologia da Grande Lacuna, a paz é finalmente celebrada entre Delon e Algar. O grande nome de tais negociações foi o teólogo Nacolin de Gáris. Em homenagem à Tribo Ierônica (ou Tribo Antiga), fundadora de Delon, e como prova de boa-fé, Nacolin batizou as montanhas que separavam os domínios de ambos os povos de Iero-Lian (As montanhas Antigas, também chamadas de Montanhas Velhas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 182 – 250p.e.: Algar prospera, mas os pesados impostos devidos pela relação de vassalagem com a Cidade de Oréu passam a ser encarados cada vez mais como algo inaceitável. Também a autonomia, tão cara ao nosso povo, foi progressivamente diminuída pelos oreanos. O próprio Rei de Algar era forçado a habitar a Cidade de Oréu, como se fosse um prisioneiro. Esse estado de coisas levaria a uma inevitável guerra pela independência, especialmente se considerado que há muito os triots não representavam mais qualquer ameaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 272-292p.e.: Aliado com a tribo de Sagrion e com Delon, Algar travou uma longa e difícil guerra com os oreanos, atingindo por fim seus objetivos no ano de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;292p.e., quando o Rei Taréu de Valinod e Aran reconheceu a autonomia alguiana e delimitou o território de Algar, que passou a compreender as terras a oeste do Lago Salgado. Os sagrianos, porém, não tiveram a mesma sorte, pois, uma vez obtidas as reivindicações, foram abandonados por seus aliados. Este foi o preço infeliz que tivemos que pagar por nossa liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 292-420p.e.: Período da Primeira Grande Paz. Sem grandes invasões, os povos peninsulares prosperaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 420p.e.: Início das Novas Migrações. Um povo larani conhecido como a tribo de Iadi chega a Delon. Apesar dos desentendimentos iniciais, no ano de 425p.e. as duas tribos assinaram um acordo pelo qual dividiriam o mesmo reino. O governo exercido pelo Conselho dos Doze e por dois reis, um de cada tribo, é o fruto mais evidente deste pacto. A tribo de Iadi também concordou em se converter à fé de Delon. A partir da chegada desta tribo, o isolamento de Delânia se tornou cada vez maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 447p.e.: Além do Deserto da Separação, os trolnaquianos começam a fundar suas três cidades ao sul da Serra Arcônia. Este arrogante povo provou, mais tarde, ser extremamente hostil aos reinos peninsulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 458-552p.e.: Chegada dos norgam. Grandes navegadores e comerciantes, os norgam chegaram em levas progressivas, instalando-se pacificamente na pequena povoação de Zalcaris. Como eram aliados dos oreanos, foi permitido a este povo fazer morada na Península. Até o ano de 552, levas progressivas de norgam fundaram várias cidades (tais como Zamiar do Norte e Intermédia e Laguir-Zamiar). O conhecimento que os imigrantes tinham de rotas marítimas permitiu que o Trono de Oréu lucrasse imensamente por meio do comércio com outros povos. Por isso, incentivaram mais e mais migrações. Mal podiam mensurar as conseqüências futuras de seus atos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 572p.e.: Ano em que ocorreu a cisma de Ainoig. Os Cilonat, membros da tribo de Darnod, eram, talvez, a mais próspera casa norgam, possuindo uma enorme frota de navios mercantes e lucrando também com o comércio continental. Está registrado que os Cilonat comerciavam até mesmo com a cidade trolnaquiana de Nor-maqui, através do Forte Pironeu ou Pairom (construído em 503 pelos normaquianos) e da contígua vila de Jar-li, que nasceu e cresceu com base neste comércio. Tanta prosperidade causou inveja no Trono de Oréu. A rainha Alariaesar, forjando provas de um suposto crime de traição, acabou por submeter a casa de Cilonat ao Sagrado Tribunal de Ainoig. Num processo fraudulento, os Cilonat foram condenados e banidos, a maior parte de seus bens foi confiscada. Muitos, inclusive o patriarca do clã, foram condenados à morte. A tribo de Darnod, como um todo, também passou a ser perseguida. Entretanto, nem os Cilonat nem sua tribo pereceram. Vagaram pelo oceano até uma ilha pedregosa ao sul da Península. Lá fundaram Cilion e passaram a se chamar cilianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 572-683p.e.: Cilion prosperou. Tornou-se importante entreposto das rotas marítimas que somente os norgam eram capazes de singrar. Entre os norgam, os cilianos eram os melhores. Como dizia o sábio Leonat de Cilion, "o banimento foi mais uma benção que um castigo. Por causa dele, e apenas por causa dele, não perdemos as antigas tradições de navegação. Vamos a lugares que os norgam peninsulares até esqueceram que existem. Em Cilion estamos eternamente ligados ao mar" (trecho da obra ‘Reflexões’ — Biblioteca de Algar). Já em 683p.e., a frota de Cilion dominava os mares. Muitos eram os produtos que forneciam com exclusividade, e nada deviam, em poder e riqueza, ao trono de Oréu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 684-702p.e.: Período da grande guerra cilio-oreana. Durante este conflito, os oreanos tentaram em vão invadir a ilha-fortaleza de Cilion. Apesar das vitórias iniciais, logo ficou claro que este feito estava além das forças oreanas. A despeito da insistência do trono de Oréu, a paz acabou por ser assinada em 702p.e., mesmo porque tornara-se evidente que algumas cidades, como Zalcaris, de maioria norgam, estavam prestes a se sublevar. Os cilianos não tinham, nesta época, ambições expansionistas. Por isso, contentaram-se com uma farta indenização em ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 705p.e.: A antiga casa Valinod-Aran, que governara a Cidade do Delta desde sua fundação, perdeu prestígio entre os oreanos em razão da humilhante indenização paga a Cilion. Aproveitando-se da morte do rei (que possivelmente foi assassinado), os conspiradores tomaram o poder, iniciando uma nova dinastia. Um dos mais prestigiados generais do reino e um sério opositor da paz de 702p.e., Aloniran Tomax, foi coroado rei. A primeira medida do novo soberano foi a de exterminar todos os Valinod-Aran, alguns dos quais assassinou pessoalmente! Os que escaparam foram perseguidos no que ficou conhecido como o “Outono de Sangue”. Pelo que consta, nenhum deles sobreviveu. Apesar deste início violento, o reinado Aloniran foi marcado pelo pragmatismo. Ao contrário do que muitos pensavam, o novo Rei estreitou as relações com os cilianos e normaquianos, incrementando ainda mais o comércio. Este estreitamento, porém, não pôde ser feito abertamente, pois o Rei temia ter o mesmo destino de seu antecessor. Por isso, utilizou Algar, que passou a receber os produtos cilianos e a distribuí-los por todo o domínio oreano até Jar-li, de onde os produtos partiam para o "mundo civilizado" trolnaquiano, tanto em sua porção meridional como para além da Serra Arcônia. Esta associação foi extremamente vantajosa para todas as partes, especialmente para Algar, que conheceu um período de imensa prosperidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 705-823p.e.: Período da Segunda Grande Paz. Finalmente a estabilidade havia sido atingida, após os conturbados duzentos e oitenta e cinco anos que sucederam às migrações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANO 823-830p.e.: A segunda grande paz terminaria em 823p.e., quando, utilizando-se de um pretexto comercial, as três cidades meridionais trolnaquianas, lideradas por Nor-maqui, invadiram Liog Zaniod e sitiaram a vizinha vila de Tomaxia. Os trolnaquianos consideravam os preços cobrados por Cilion exageradamente altos. De fato, os cilianos, como monopolistas em muitas de suas rotas marítimas, gozavam de lucros elevados. Entretanto, o que agravava o conflito eram as taxas (também consideradas abusivas) cobradas por dois intermediários: Algar e o Império do Delta. É claro que isto tudo se somava às ambições expansionistas do ‘mundo civilizado’ trolnaquiano, que pretendia conquistar os ‘reinos bárbaros’ da Península Oreânica. Desde o princípio, o trono de Oréu, ocupado então pelo Rei Aranoin Tomax, se mostrou incapaz de se defender dos invasores. Apenas com os reforços vindos de Cilion e de Algar, o conflito equilibrou-se. Tais reforços, porém, chegaram apenas quatro anos depois do início do conflito, pois nem Algar, nem Cilion eram exatamente aliados dos oreanos. Apenas quando ficou evidente que os interesses de ambos seriam prejudicados, é que resolveram interferir. Quando a ajuda chegou, porém, as forças oreanas estavam praticamente exauridas (a Cidade de Oréu estava sitiada e quase todas as demais povoações do Império, conquistadas). Felizmente, os trolnaquianos também tinham sofrido graves perdas e, no médio prazo, não seriam capazes de enfrentar as forças combinadas de Cilion e Algar. A conquista de Jar-li e do forte Pironeu selou a vitória aliada em 830p.e.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;832-850p.e.: O resultado imediato mais evidente da guerra trolnaquiana foi o chamado Protetorado Ciliano, que se iniciou no ano de 832p.e. e perdurou por dezoito anos. Com o esfacelamento das forças do Império Oreano e a ocupação de fato da maior parte da Península pelos cilianos (e em menor escala pelos alguianos), o Trono de Oréu encontrava-se na situação mais delicada de sua história. A própria cidade do Delta não teria condições de resistir a uma invasão. Tudo o que Imperador Aranoin Tomax tinha a seu favor era o histórico desinteresse ciliano por conquistas militares. Utilizou-o bem. Basicamente o que fez foi contratar Cilion e seu exército para que mantivessem a ordem em seus domínios. Os cilianos passaram, desta forma, a atuar como mercenários, de sorte que, pelo menos formalmente, o Império continuava sob o comando dos oreanos, e seria gradualmente retomado por eles dentro do prazo de vinte anos. Como o Trono de Oréu estava falido, os cilianos seriam pagos por meio de parte da receita dos impostos obtidos nos domínios sob sua administração. Estes foram os termos do acordo de Zalcaris que, em 832 p.e., instituiu o Protetorado Ciliano sobre a Península. Com este tratado, o Rei conseguiu ganhar tempo, adiando a queda do Império Oreano. Por outro lado, os cilianos lograram legitimar seu domínio de fato, diminuindo, assim, o risco de revolta, principalmente das tribos mais antigas, que não eram de origem norgam. Finalmente, Algar foi beneficiada com o domínio da Cidade de Zamiar do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;850p.e.: Estava claro, porém, que um acordo como este não podia chegar a bom termo. O fato é que o Império Oreano tinha apenas conseguido uma certa sobrevida, mas não poderia evitar a sua morte. Com o passar dos anos, ninguém mais ignorava que o Protetorado Ciliano não seria transitório. A devolução gradual do controle sobre as cidades ocupadas não se efetivou. Também o repasse da parcela dos impostos devidos ao Trono de Oréu (que excediam a verba destinada ao pagamento dos cilianos) foi sendo gradualmente minorado. Os cilianos tinham boas desculpas. Argumentavam que o Trono de Oréu não tinha homens nem estrutura logística para retomar o controle do seu vasto território, o que era verdadeiro. A retenção de recursos também se justificava na ótica dos cilianos, já que estes eram utilizados para a reconstrução das cidades destruídas. A princípio estas explicações satisfizeram os oreanos, mesmo porque eles não tinham muitas opções. A única coisa que não estavam dispostos a aceitar era que o Protetorado se eternizasse. Mas era exatamente isto que inevitavelmente estava para acontecer. Quando os cilianos, em 849p.e., propuseram a renovação do acordo por mais cinqüenta anos, o que restava do exército oreano tentou reocupar os territórios perdidos. Os cilianos, porém, estavam mais do que preparados para o conflito. Mal os oreanos conseguiram vencer a guarnição inimiga em Jar-li, tiveram que se defrontar com o enorme exército baseado em Zalcaris, que marchou para o norte assim que chegaram as notícias do ataque. A diferença de forças era gritante. Menos de dois meses após o início das hostilidades, Jar-li havia sido reocupada e a Cidade do Delta, sitiada. Para evitar a invasão de sua capital, o Trono de Oréu foi obrigado a reconhecer a supremacia dos cilianos sobre os territórios do antigo império, excetuando apenas a própria Cidade do Delta. Era o ano 850p.e., o início do Império Ciliano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;850-1413p.e.: este enorme período de tempo ficou conhecido como a Terceira Grande Paz ou a Paz Ciliana. Constituiu-se num intervalo muito maior do que os outros dois períodos de paz prolongada. Isto porque o novo império era detentor de riqueza e poder sem precedentes, e tinha, em conseqüência, condições de reinar sobre a Península de forma inconteste. Durante todo o longo período que se estende até 1413p.e., os cilianos simplesmente não encontraram adversários a sua altura. Não que não tivessem inimizades. Tanto Delânia como as cidades trolnaquianas, que tinham em comum o gosto pelo isolacionismo, temiam um império tão poderoso quanto o ciliano. Tal receio intensificou-se na medida em que Cilion passou a utilizar a força como instrumento para fazer valer seus interesses. Sintomático a este respeito foi o édito de 1088p.e., que simplesmente determinou que o transporte marítimo de mercadorias passara a ser monopólio dos cilianos. Para Delon e principalmente para a cidade trolnaquiana de Sib-li, ambas possuidoras de grandes frotas mercantes, os prejuízos potenciais eram incalculáveis. Por razões óbvias, os cilianos jamais conseguiram impor seu monopólio por completo, mas não deixaram de causar fortes prejuízos aos seus potenciais concorrentes. Quanto a Algar, os dias de glória dos tempos da Segunda Grande Paz eram águas passadas. A intermediação através do porto da cidade não era mais necessária. As rotas foram sendo progressivamente desviadas para Zalcaris, que passou a prosperar. Com tantos descontentes, era de se esperar que houvesse rebeliões, e estas efetivamente ocorreram. Nenhuma delas, porém, constituiu séria ameaça ao domínio ciliano. Não entraremos em detalhes, mas podemos citar alguns exemplos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 930p.e., comerciantes de Jar-li revoltaram-se contra o governo, exigindo o reincorporação da cidade no domínio oreano. Aparentemente os velhos comerciantes estavam sendo substituídos por outros pertencentes à tribo de Darnod, e visavam, com a reincorporação, recuperar os privilégios perdidos. A revolta durou menos de um mês. Os cilianos buscaram uma solução de consenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1089p.e., Sib-li declarou guerra a Cilion em razão do édito de 1088p.e., que estabeleceu o monopólio no comércio marítimo. Os cilianos simplesmente ignoraram a declaração até que a frota da cidade trolnaquiana zarpou de seu porto. Cilion então enviou uma de suas seis frotas e tudo se resolveu em uma única batalha, no 1092p.e., com a previsível vitória ciliana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1203p.e., houve um problema na sucessão, pois o Cinog Norgarom IV, membro da casa Cilonat-Agranorim, morreu sem deixar descendentes. Em conseqüência, o senhor do outro ramo dos Cilonat, os Cilonat-Veradim, que governavam Galocar Antaniom, assumiu o trono. Muitos haviam sido os interesses contrariados pelo novo cinog, pois ele trouxe consigo o seu séqüito, colocado em posições chaves do governo. Por isso, acabou tendo que enfrentar três sérios atentados contra a sua vida. O último deles foi bem sucedido. Mesmo sem provas concretas, os Agranorim foram responsabilizados, perseguidos e assassinados. Culpados ou não, serviram de exemplo, de sorte que o novo cinog, filho do assassinado, pôde governar sem grandes turbulências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1415-1421p.e.: No ano de 1415p.e., foi deflagrado o conflito que ficou conhecido como a Guerra da Grande Aliança, a primeira ameaça real à hegemonia ciliana. Alinosor Goma, em sua obra clássica “História da Península Oreânica”, dedica longas páginas para descrevê-lo. Aqui somos forçados a ser extremamente sintéticos, e portanto estaremos necessariamente simplificando e distorcendo um pouco os fatos. É possível afirmar, no entanto, que a Guerra da Grande Aliança teve uma causa básica: a insatisfação contra o Império Ciliano. Os reinos peninsulares ansiavam por uma maior autonomia em relação a Cilion, mas não tinham meios para conquistá-la. Uma crise na sucessão do Império, porém, dar-lhes-ia a chance que tanto buscavam. É que o Cinog Danorai Cilonat-Veradim morrera sem deixar filhos do sexo masculino. Embora a lei ciliana fosse relativamente dúbia, era difícil discutir que o sucessor de direito era o seu meio-irmão Ameronin Cilonat-Veranor. Entretanto, Normar Cilonat-Veradim, governador de Galocar Antaniom e primo do Cinog morto, reclamou o trono para si. Os reinos peninsulares (excetuados os trolnaquianos) resolveram apoiar as pretensões de Normar, em troca de algumas promessas, como a revogação dos éditos de 1088p.e., que instituía o monopólio marítimo ciliano, e de 1409p.e., que dava ao Cinog o direito de se imiscuir em questões sucessórias dos demais reinos da Península. Oreanos, alguianos e delones, marcharam ao lado das legiões do norte, leais a Normar Cilonat, e conseguiram algumas vitórias no sul da Península. No inverno de 1416p.e., a aliança controlava todas as cidades cilianas no Continente, à exceção de Zalcaris. Por um ano, aproximadamente, houve poucas hostilidades, pois se criara um impasse. A aliança sitiava Zalcaris, mas não conseguia invadi-la. Outrossim, a supremacia naval dos insulares era incontestável e a ilha-fortaleza, muito bem guarnecida, era, naquele momento, praticamente impossível de invadir. Falava-se mesmo na possibilidade de um acordo de paz e na divisão do Império Ciliano em duas partes: o do norte, sediado em Galocar Antaniom, e o sul, com capital em Cilion. Este desfecho seria excepcional para os demais reinos peninsulares, uma vez que o Império, fragmentado desta forma, não teria a mesma força de antes. No final de 1417p.e., entretanto, o Cinog resolveu quebrar o impasse, fazendo valer o seu poder. Ele próprio desembarcou nas proximidades do lago salgado com um enorme exército. A guerra, a partir de então, tomaria um novo rumo. Até 1418p.e. os cilianos legalistas conseguiriam uma série de vitórias sobre as forças da aliança, que perderam boa parte do que haviam conquistado. Foi quando os delones entraram em cena. Com sua história de isolacionismo, eles pouco haviam participado das forças da aliança até então. Uma omissão naquele momento, porém, significaria nada menos que a ruína de Delon no médio prazo. Com o efetivo engajamento dos delones, a guerra foi progressivamente mudando de rumo novamente. A batalha decisiva foi travada em Zamiar Intermédia, com a derrota do Cinog, que, a despeito disso, conseguiu fugir, retornando a Cilion. No início de 1419p.e., até mesmo Zalcaris havia caído e Cilion não estava mais tão bem guarnecida quanto antes. O Cinog, porém, não se dera por vencido. Ele possuía um plano alternativo para o caso de a força bruta não funcionar. Por meio de uma série de concessões oferecidas secretamente aos nobres cilianos residentes na Península, o soberano conseguiu o apoio de tais homens poderosos que, no devido tempo, por meios astuciosos, deram cabo do despótico Normar Cilonat. Esses mesmos nobres, então, traíram seus aliados continentais, conduzindo as legiões sob seu comando contra as forças alguianas e delones (Batalha da Traição – nocloel-4 1420p.e.). Com o apoio do que restava das forças do norte, os cilianos derrotaram a aliança. Um acordo de paz foi assinado um ano depois da Batalha da Traição. Algar, em virtude da guerra, perdeu o domínio de Zamiar do Norte e Algarian-naqui. Só recuperaríamos esta última quando o Império Ciliano caísse e as fronteiras peninsulares fossem redefinidas no Grande Acordo de Zalcaris, de 1753p.e..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o fim da Grande Aliança, houve um novo período de paz, sob a hegemonia ciliana, que seria perturbado apenas quando um novo reino começasse a participar da história da Península. Trata-se da ilha Zainíquia, também conhecida como Império das Sombras, cujo território os cilianos tentaram invadir em 1617p.e.. Este é o tema do próximo capítulo .”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a história posterior da Península é relatada conjuntamente com a segunda era da Ilha Zainíquia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-7553088078770683277?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/7553088078770683277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/7553088078770683277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/12/historia-da-peninsula-oreanica.html' title='História da Península Oreânica'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-3150101942155280579</id><published>2011-12-19T07:10:00.000-08:00</published><updated>2011-12-19T07:32:16.327-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundo'/><title type='text'>Mapa da Terra das Sombras</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-VWYfiJrCd9w/Tu9TYsI3t-I/AAAAAAAAAYA/QxhdZv_i9e0/s1600/zainiquia2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="416" src="http://4.bp.blogspot.com/-VWYfiJrCd9w/Tu9TYsI3t-I/AAAAAAAAAYA/QxhdZv_i9e0/s640/zainiquia2.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;"Acima encontra-se o mapa da ilha Zainíquia, obtido do Livro de Mapas, dos zainiquiares. Infelizmente, este mapa é bastante incompleto. Traz apenas os rios mais relevantes, bem como os maiores povoamentos. Não se atém de nenhuma forma aos detalhes. No Livro de Mapas consta a observação de que algumas indicações trazidas são meramente aproximativas. Isto acontece, por exemplo, com a trajetória do Rio Escaelos e do Rio dos Servos, na Região das Fai-Lan. Acreditamos, porém, que este mapa é capaz de dar uma noção razoável das terras de nossos mestres zainiquiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pode-se vislumbrar suas duas principais cidades: Lor-Zainan (no extremo norte) e a capital, Naquicaron (no extremo sul). Da mesma forma que a nossa Cilion, Lor-Zainan foi fundada por um povo norgam, mais especificamente pela grande tribo de Cigorat. Isto ocorreu aproximadamente no mesmo período em que as tribos Darnod (a que pretencem os cilianos), Mironai e Quinos chegaram à Península Oreânica. Esta história, aliás, é contada com maestria pelo grande Leonat de Cilion, em sua magnífica obra: “Adeus à terra de Tanisai”, que narra a trágica e incrível história do exílio norgam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Naquicaron, ao sul, foi fundada pelo povo dos arquivos (ou silai), uma tribo provavelmente originária do continente oriental. Após a vitória de Larcon sobre Crion (que dá início ao calendário zainiquiar), a facção sob o seu comando passou a ser conhecida como filhos do fogo (os tairons). Estes acabaram se defrontando com outros silai, os dicarianos, apelidados de filhos do aço, e triunfando. No devido tempo, acabariam englobando também os reinos norgam, ao norte. Com Tiuron II, houve a consolidação do Império e a criação dos clãs, os quais tomaram a forma que hoje possuem. A criação do Conselho de Escaelos deu status de igualdade jurídica aos norgam do norte, que já tiveram inclusive alguns imperadores. Esta medida de salutar importância contribuiu para a consolidação do Império. Trata-se de uma prova cabal da sabedoria de nossos mestres e da falta de visão de nossos antepassados, que poderiam ter feito o mesmo, mas nunca sequer cogitaram esta hipótese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destacam-se também duas regiões praticamente desabitadas. Uma delas é o Deserto de Pedra (Irram-Fanor), no qual recentemente foi fundada por Zairom Guenor (o senhor da Tainíquia) a vila de Moblaion-Zain. Este entreposto visa incrementar as trocas comerciais entre a Terra do Fogo e a Terra da Água, que antes eram muito difíceis. A outra região desabitada são as Fai-Lan (Montanhas de Lava), que se encontra no coração da gelada ilha. É uma região repleta de vulcões e muito pouco explorada até agora. Entretanto, na região ocidental das Fai-Lan tem sido feita uma exploração sistemática de metais preciosos em grandes minas criadas pela Casa Norgat e administradas mais recentemente pelos Guenor. Esta região foi renomeada de Blai-Lan (Montanhas da Fortuna).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, cumpre ressaltar, porque o mapa não está muito claro neste aspecto, uma questão sobre o relevo. O traço negro mais forte que circunda as Fai-Lan e passa por partes da Tainíquia, Laeníquia e Fanoríquia é o que se chama de “A Grande Muralha”, um conjunto de montanhas que separa a vasta Planície Litorânea das regiões planálticas e montanhosas que preenchem o centro da ilha".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-3150101942155280579?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/3150101942155280579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/3150101942155280579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/12/mapa-da-terra-das-sombras.html' title='Mapa da Terra das Sombras'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-VWYfiJrCd9w/Tu9TYsI3t-I/AAAAAAAAAYA/QxhdZv_i9e0/s72-c/zainiquia2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-4668147162300139350</id><published>2011-10-30T15:16:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T15:16:50.239-07:00</updated><title type='text'>Fonte: http://www.minhaestante.com/2011/04/resenhas-guerra-das-sombras-jorge.html  Este é, na minha opinião,um dos melhores livros de literatura fantástica do Brasil na atualidade. Neste livro que é narrado por Dinaer (Deus do Céu), somos levados a conhecer a Terra da Sombras, governada pelo imperador Larcon, irmão de Liana que é casada com Zairom, o rei da Terra do Fogo.  Logo de início somos apresentados ao mais novo membro da família, Tairom, que comandaria o reino quando Zairom morresse. Após o nascimento da criança, Larcon resolve convidar o cunhado Zairom para ir visitá-lo e apresentar a criança à ele. É aí que a gente vê que Larcon não é flor que se cheire, pois Zairom tenta adiar até os últimos momentos a visita e quando finalmente vai, descobre que por trás disso havia uma reunião de todo o reino para organizar uma guerra contra outra terra.  Zairom, que é totalmente contra a guerra que Larcon planejava, conseguiu fazer com que os outros senhores do conselho a desaprovasse. O que não sabia era que tinha feito um grande inimigo.  A linguagem do livro é clara, muito boa de ler, por sinal. Uma coisa que atrapalhou um pouco a leitura foi o fato dos personagens terem os nomes quase iguais (Zairom, Rairom, Tairom, Larcon…). Então para ajudar a decorar mais rápido os nomes e anotei em um papel o nome de cada personagem.  O livro envolve muita magia, guerra, ação, amor… É uma obra de literatura fantástica completa e fez com que eu descobrisse mais um gênero literário que eu pensava que não me agradava. A arte do livro também é muito bonita; a capa é fosca, tendo apenas o centro (onde tem a imagem) em verniz. Não encontrei erros de ortogra</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.minhaestante.com/2011/04/resenhas-guerra-das-sombras-jorge.html" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;http://www.minhaestante.com/2011/04/resenhas-guerra-das-sombras-jorge.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Este é, na minha opinião,um dos melhores livros de literatura fantástica do Brasil na atualidade. Neste livro que é narrado por Dinaer (Deus do Céu), somos levados a conhecer a Terra da Sombras, governada pelo imperador Larcon, irmão de Liana que é casada com Zairom, o rei da Terra do Fogo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Logo de início somos apresentados ao mais novo membro da família, Tairom, que comandaria o reino quando Zairom morresse. Após o nascimento da criança, Larcon resolve convidar o cunhado Zairom para ir visitá-lo e apresentar a criança à ele. É aí que a gente vê que Larcon não é flor que se cheire, pois Zairom tenta adiar até os últimos momentos a visita e quando finalmente vai, descobre que por trás disso havia uma reunião de todo o reino para organizar uma guerra contra outra terra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Zairom, que é totalmente contra a guerra que Larcon planejava, conseguiu fazer com que os outros senhores do conselho a desaprovasse. O que não sabia era que tinha feito um grande inimigo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;A linguagem do livro é clara, muito boa de ler, por sinal. Uma coisa que atrapalhou um pouco a leitura foi o fato dos personagens terem os nomes quase iguais (Zairom, Rairom, Tairom, Larcon…). Então para ajudar a decorar mais rápido os nomes e anotei em um papel o nome de cada personagem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;O livro envolve muita magia, guerra, ação, amor… É uma obra de literatura fantástica completa e fez com que eu descobrisse mais um gênero literário que eu pensava que não me agradava. A arte do livro também é muito bonita; a capa é fosca, tendo apenas o centro (onde tem a imagem) em verniz. Não encontrei erros de ortografia, o que para mim, valoriza muita o trabalho por completo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Enfim, é um livro maravilhoso que faz parte de uma série de 4 volumes. Recomendo muito e estou ansiosíssimo para ler os outros 3 livros da série. Caso tenha se interessado e queira obter o livro, basta entrar em contato com autor por este link, para saber como comprar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-4668147162300139350?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/4668147162300139350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/4668147162300139350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/fonte-httpwwwminhaestantecom201104resen.html' title='Fonte: http://www.minhaestante.com/2011/04/resenhas-guerra-das-sombras-jorge.html  Este é, na minha opinião,um dos melhores livros de literatura fantástica do Brasil na atualidade. Neste livro que é narrado por Dinaer (Deus do Céu), somos levados a conhecer a Terra da Sombras, governada pelo imperador Larcon, irmão de Liana que é casada com Zairom, o rei da Terra do Fogo.  Logo de início somos apresentados ao mais novo membro da família, Tairom, que comandaria o reino quando Zairom morresse. Após o nascimento da criança, Larcon resolve convidar o cunhado Zairom para ir visitá-lo e apresentar a criança à ele. É aí que a gente vê que Larcon não é flor que se cheire, pois Zairom tenta adiar até os últimos momentos a visita e quando finalmente vai, descobre que por trás disso havia uma reunião de todo o reino para organizar uma guerra contra outra terra.  Zairom, que é totalmente contra a guerra que Larcon planejava, conseguiu fazer com que os outros senhores do conselho a desaprovasse. O que não sabia era que tinha feito um grande inimigo.  A linguagem do livro é clara, muito boa de ler, por sinal. Uma coisa que atrapalhou um pouco a leitura foi o fato dos personagens terem os nomes quase iguais (Zairom, Rairom, Tairom, Larcon…). Então para ajudar a decorar mais rápido os nomes e anotei em um papel o nome de cada personagem.  O livro envolve muita magia, guerra, ação, amor… É uma obra de literatura fantástica completa e fez com que eu descobrisse mais um gênero literário que eu pensava que não me agradava. A arte do livro também é muito bonita; a capa é fosca, tendo apenas o centro (onde tem a imagem) em verniz. Não encontrei erros de ortogra'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-8857921884891583701</id><published>2011-10-30T15:15:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T15:15:21.907-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Artigo sobre A Guerra das Sombras no jornal Gazeta do Povo</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;"Com mais de 100 milhões de cópias vendidas nos 40 idiomas para os quais foi traduzido, o livro "O Senhor dos Anéis", do escritor inglês J. R. R. Tolkien, é considerado o livro do milênio, ficando atrás apenas da Bíblia Sagrada, em termos de vendagem. A publicação trouxe à tona um gênero literário pouco conhecido e, até então, apreciado por uma minoria, o chamado "alta fantasia". "São histórias que se desenrolam em mundos desconhecidos, algo situado num momento ou lugar que não possui relação evidente com a realidade em que vivemos", explica o escritor Jorge Luiz Vieira Tavares, que resolveu encarar o desafio de criar civilizações paralelas e arriscar-se em um gênero pouco produzido (e respeitado) no Brasil, logo em seu livro de estréia, intitulado "A Guerra das Sombras".&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Com apenas 28 anos, Tavares vive em Brasília, onde foi aluno do curso de formação de diplomatas no Instituto Rio Branco e trabalha no Ministério das Relações Exteriores. Ele retorna nesta semana a Curitiba para o lançamento da primeira parte de "A Guerra das Sombras", batizado de "O Livro de Dinaer". "É uma guerra que ameaça a vida do protagonista e de sua família que se vê obrigado a buscar uma maneira de sobreviver", resume o autor.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Com cerca de 1400 páginas ao todo, "A Guerra das Sombras"é dividido em quatro partes, que vêm sendo escritas por Tavares desde o início de 2000, época em que completou a graduação em Direito na UFPR. Atualmente, o escritor e diplomata trabalha no último volume da história que deve estar pronto até o final do ano. O próprio autor batalhou pela publicação do livro, enviando cópias dos dois primeiros volumes a diversas editoras, até que a Novo Século decidiu publicar o título em uma coleção para autores inéditos. "Foi difícil, a concorrência é muito grande. Das várias editoras para as quais enviei o livro, essa era uma das poucas em cuja linha editorial meu trabalho se encaixava", lembra.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Apesar de agradável, a comparação com Tolkien é para Tavares algo fora de cogitação, visto que seu livro tem uma tiragem inicial de apenas dois mil exemplares. Para ele, o desafio é fazer seu livro chegar ao público leitor de alta fantasia e ultrapassar o preconceito existente em relação ao gênero. "O prazer de narrar está ligado a escrever sobre o que gostamos, sobre o que nos é relevante, da maneira que achamos mais interessante, sem nos preocuparmos se essa forma é considerada canônica ou não", analisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Juliana Girardi"&lt;/div&gt;&lt;h2 style="font-family: Tahoma, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 15px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; vertical-align: middle;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-8857921884891583701?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/8857921884891583701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/8857921884891583701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/artigo-sobre-guerra-das-sombras-no.html' title='Artigo sobre A Guerra das Sombras no jornal Gazeta do Povo'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-2576599302047954338</id><published>2011-10-30T15:14:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T15:14:17.350-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de A Guerra das Sombras: O Livro de Dinaer no site Bigorna.net</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;A guerra das sombras - O Livro de Dinaer&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Cadorno Teles 14/03/2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem contestação, escrever livros de literatura fantástica é uma verdadeira epopéia; criar mundos tão fantásticos como o do O Senhor dos Anéis, do inglês J.R. Tolkien, ou o do As Crônicas de Nárnia, do também inglês C.S. Lewis, ao lado de criações tão espetaculares como as de Ursula K. Le Guin, Ed Greenwood, Fritz Leiber, Robert E. Howard e Clark Ashton Smith, fizeram do gênero muito popular nos dias atuais, principalmente após a incrível adaptação cinematográfica da obra de Tolkien, O Senhor dos Anéis de Peter Jackson. Histórias que geraram uma nova onda de escritores, que descrevem mundos fantásticos, em um momento ou lugar totalmente adverso a nossa realidade, aos nossos olhos. Contudo, poucos conseguiram e conseguem transpor a barreira de escrever boas histórias deste gênero, chamado de "alta fantasia", pouco produzido e muito respeitado no Brasil, com fãs em diversas partes do país.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px;"&gt;O autor brasileiro Jorge Tavares se reúne a esse seleto time, resolvendo encarar o desafio. Com o seu A Guerra das Sombras, ele desenvolve uma história épica, com uma narrativa envolvente, no melhor estilo dos clássicos de alta fantasia. Com cerca de 1400 páginas ao todo, a saga é dividida em quatro partes, que vêm sendo escritas por Tavares deste que terminou a faculdade de Direito. Essa primeira parte, lançada em 2006, foi batizada de O Livro de Dinaer, após uma difícil batalha para sua publicação. A Novo Século, com sua coleção para novos autores, é que conseguiu trazer à tona esse título, compreendendo o respeito que uma grande parte do público brasileiro tem pelo gênero de ficção fantástica.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left;"&gt;Tavares não cogita na comparação com os grandes mestres do gênero, mas se agrada, pensando mais no desafio de conseguir chegar ao público leitor de alta fantasia e ultrapassar a barreira dos mesmos para novos autores. Com pouco mais de 28 anos, Tavares vive em Brasília, onde trabalha como diplomata para o Ministério das Relações Exteriores; curitibano, formado em Direito pela UFPR, atualmente está escrevendo a ultima parte desta saga que chegou para conquistar o bom leitor de aventuras.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left;"&gt;O Livro de Dinaer, segundo o próprio&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.aguerradassombras.com/" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; text-align: left;" target="_new"&gt;site&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left;"&gt;&amp;nbsp;do autor, é “um livro sobre a mudança e as perdas que o tempo traz. Uma história em que a adaptação à nova realidade é um imperativo para a sobrevivência”. A obra é narrada por um ser imortal, conhecido pelo povo como o Grande Guia ou Dinaer, ele conta a história de Rairom Guenor e de seu irmão mais novo, Tairom. Os dois enfrentam grandes dificuldades, em decorrência da guerra travada entre seu pai, Zairom Guenor, e o Imperador Fairom Norgat. Uma mítica narrativa elaborada para desvencilhar os sentimentos e os vícios humanos em meio aos desígnios dos poderes divinos.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left;"&gt;link:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bigorna.net/index.php?secao=livros&amp;amp;id=1173847482" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; text-align: left;"&gt;http://www.bigorna.net/index.php?secao=livros&amp;amp;id=1173847482&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-2576599302047954338?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/2576599302047954338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/2576599302047954338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-guerra-das-sombras-o-livro_1061.html' title='Resenha de A Guerra das Sombras: O Livro de Dinaer no site Bigorna.net'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-8231398362785852646</id><published>2011-10-30T15:13:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T15:13:01.407-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de O Livro de Dinaer no blog Arte e Letra</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;No blog de Thiago Tizzot, autor do livro "O Segredo da Guerra", há pequena resenha sobre o livro. Segue o comentário de Thiago:&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left;"&gt;A primeira coisa que nos chama atenção em A guerra das Sombras é o fato de ser um livro de Fantasia escrito por um brasileiro. Coisa rara por aqui. E a boa surpresa é que a edição está bem feita e a história é boa. Uma fantasia madura, comprovada pelo mundo imaginário muito bem construído por Jorge Tavares. Logo nas primeiras páginas percebemos que foi um trabalho cuidadoso e detalhista. Vários aspectos, política, economia e a linhagem de poder, estão presentes e desenvolvidos. A impressão que temos é que o mundo caminha com suas próprias pernas, sem precisar dos protagonistas para existir. Apesar de o livro prometer mais três volumes, a história tem um final. Jorge consegue levar o leitor até o desfecho, instigando sua curiosidade e retribuindo com as respostas necessários para terminarmos a leitura satisfeitos. Coisa que as vezes não acontece quando se trata de vários volumes. Também é possivel perceber que a trama tem fôlego para aguentar os outros volumes com tranquilidade. Uma prova de que as editoras deveriam olhar com mais atenção para os autores de Fantasia brasileiros.&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;link: http://blog.arteeletra.com.br/&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-8231398362785852646?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/8231398362785852646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/8231398362785852646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-o-livro-de-dinaer-no-blog_8152.html' title='Resenha de O Livro de Dinaer no blog Arte e Letra'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-5116485988353628112</id><published>2011-10-30T15:12:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T15:12:10.563-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de A Guerra das Sombra O Livro de Ariela no site Bigorna.net</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;table class="contentpaneopen" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 2px; margin-left: 8px; margin-right: 8px; margin-top: 2px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: verdana; font-size: x-small;"&gt;Por Cadorno Teles&lt;br /&gt;07/04/2008&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;O carioca&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Jorge Tavares&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;criou um mundo no melhor estilo tolkieniano, nos melhores moldes de um bom romance de fantasia. E vanglorio por ser mais um brasileiro, juntamente com André Vianco, J. Modesto, Orlando Paes Filho, Daniel R. Salgado e Daniel Pedrosa, entre outros, cada qual com seu modelo de narrativa, compondo ficção fantástica para o deleite do público leitor. A série de Tavares,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Guerra das Sombras&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, chega ao segundo tomo, após o primeiro volume&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.bigorna.net/index.php?secao=livros&amp;amp;id=1173847482" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;O Livro de Dinaer&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;,&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Livro de Ariela&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(352 páginas, R$ 35,00), é lançado pela editora&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Novo Século&lt;/strong&gt;, que continua trazendo às livrarias uma nova geração de escritores, acreditando no valor no talento de cada um deles. Como Jorge Tavares, diplomata carioca, usa o tema fantasia de forma madura, desenvolvendo uma história de fantasia medieval como poucos representantes em nosso país, temos ao longo das páginas romance, mistério, aventura e muita ação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;A narrativa se passa doze anos depois dos acontecimentos ocorridos no primeiro volume: Rairom Guenor, o jovem mago que lutou contra o Império das Sombras, está meio que enfermo após uma batalha. A princesa Ariela Delonier de Délon o acompanhará em uma jornada através da península Oreânica em direção às Montanhas Queialiam para cuidar de suas enfermidades. Antes do início da viagem, Ariela tem uma visão divina, que a avisa da vinda do aloraim, a encarnação do próprio mal está próxima. Logo, ela descobre que Rairom é o enviado do mal, e como sacerdotisa da Rosa Negra ela tem que destruir o inimigo (aloraim) para salvar o mundo, e assim empreende a jornada para ter a oportunidade de matar o jovem mago. Com o passar do tempo, em meio aos perigos da viagem, Ariela, com a convivência, passa a ver Rairom como um bom homem, cheio de virtudes e acaba se apaixonando por ele e se casando. Tomando essa decisão, qual será o seu futuro? Como seus pais receberão a notícia? Aliás, com uma guerra se aproximando, que dificuldades o casal irá encontrar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respostas a essas e mais perguntas que aparecerão ao leitor nas páginas de&amp;nbsp;&lt;em&gt;O Livro de Ariela&lt;/em&gt;, que diferente de&amp;nbsp;&lt;em&gt;O Livro de Dinaer&lt;/em&gt;, procura mostrar o lado humano de seus personagens, preso aos sentimentos, de amor e ódio, em um confronto que Tavares analisa em um artigo como "&lt;em&gt;moldada com o fogo do velho conflito e sedimentada em textos escritos pelo fundador de sua cidade dois mil anos antes de seu nascimento. É bela essa visão de mundo, embora tenha algo de sombrio. A beleza está na aliança com as forças da Luz, que se traduz em valores elevados. A sombra está no fardo de defender a humanidade e o universo contra o mal. É justamente este fardo que a narradora será forçada a confrontar&lt;/em&gt;". Narrado pela própria princesa Ariela, o livro possui uma linguagem simples, apesar dos nomes de lugares e das personalidades, típicos da ficção fantástica; um cenário que leva o leitor a um "&lt;em&gt;mundo fruto da decadência de um império, que, mesmo sem saber, vive as conseqüências de um passado já quase esquecido. Um passado que não está morto, mas que, ao contrário, reverbera de forma poderosa sobre o presente, ameaçando determinar de forma irreversível o futuro&lt;/em&gt;".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;O mundo que Tavares construiu, é bem detalhista; vemos os diferentes aspectos de uma sociedade estranha a nossa bem descritos, como cultura, política, economia e religião, além é claro de uma geografia que em cada livro aumenta com mapas que mostram onde a ação está ocorrendo. A ambientação aborda assuntos reais com fictícios, como por exemplo, a temática da balança do poder em relação à magia e aos poderes dos deuses. Outro ponto que vale chamar a atenção, é que tanto no primeiro volume, como no segundo há um desfecho satisfatório para o leitor, lembrando que ainda sairão dois volumes,&amp;nbsp;&lt;em&gt;O Livro de Laios&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;em&gt;O Livro de Iazmein&lt;/em&gt;, e todos os quatro volumes estão interligados de uma maneira que instiga a curiosidade e alguns personagens da obra segundo o autor, estão antevendo o seu futuro, se preparando para um final que irá surpreender.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black;"&gt;link:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.bigorna.net/index.php?secao=livros&amp;amp;id=1207531549" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;http://www.bigorna.net/index.php?secao=livros&amp;amp;id=1207531549&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-5116485988353628112?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/5116485988353628112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/5116485988353628112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-guerra-das-sombra-o-livro-de.html' title='Resenha de A Guerra das Sombra O Livro de Ariela no site Bigorna.net'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-4605905943397666248</id><published>2011-10-30T15:10:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T15:10:44.661-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de A Guerra das Sombras: O Livro de Dinaer no site Homem Nerd</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;fonte:&lt;a href="http://www.homemnerd.com/resenha.php?id=6809" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;&amp;nbsp;http://www.homemnerd.com/resenha.php?id=6809&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Escrever literatura fantástica épica é um grande desafio, principalmente tendo como balizador&amp;nbsp;&lt;em&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/em&gt;, de J.R. Tolkien.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Primeiro livro de uma tetralogia,&amp;nbsp;&lt;em&gt;A Guerra das Sombras&amp;nbsp;&lt;/em&gt;–&amp;nbsp;&lt;em&gt;Livro de Dinaer&amp;nbsp;&lt;/em&gt;causa uma impressão favorável, animando até o leitor mais exigente a procurar os outros livros. O desafio de um autor deste tipo de literatura a transcender a simples aventura e colocar o leitor num nível que atinge seu inconsciente mais profundo, resgatando o inconsciente coletivo da humanidade, como um criador de mitos clássicos.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Este desafio parece ter sido vencido por Jorge Tavares, ao criar uma aventura épica, em que não faltam batalhas entre defensores de uma linha política progressista contra um império totalitário e personalista. Só de escrever isto sem parecer estar fazendo uma colagem de&amp;nbsp;&lt;em&gt;Senhor dos Anéis&amp;nbsp;&lt;/em&gt;com a&lt;em&gt;Távola Redonda&amp;nbsp;&lt;/em&gt;já é um grande mérito.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Mas isso só não basta. E realmente há mais. A aparente luta entre homens é só um pano de fundo para uma guerra muito maior, de natureza cósmica e sobrenatural, onde os homens são mero joguetes nas mãos de deuses, onde a noção de bem e mal segue critérios próprios e diversos daquilo que os personagens e os leitores chamam de “moral” ou “ética”.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;O autor nos brinda com algumas surpresas, uma delas causando um forte estranhamento ao se mudar a narrativa de terceira pessoa para primeria pessoa. Isso ocorre mais ou menos na metade do livro, quando temos um vislumbre de quem está realmente narrando a saga de Rairom Guenor, o jovem mago que tem em suas mãos o destino de toda a humanidade e o seu irmão Tairom, que aos treze anos por um capricho do destino tem que assumir o trono o momento de maior crise do reino onde vive.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Em resumo, um épico fantástico que agradará aos fãs do gênero.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-4605905943397666248?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/4605905943397666248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/4605905943397666248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-guerra-das-sombras-o-livro_3084.html' title='Resenha de A Guerra das Sombras: O Livro de Dinaer no site Homem Nerd'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-1354631896499506562</id><published>2011-10-30T15:09:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T15:09:23.500-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de A Guerra das Sombras: O Livro de Ariela no site Homem Nerd</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Autor: Alvaro Domingues&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.homemnerd.com.br/resenha.php?id=7341" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;http://www.homemnerd.com.br/resenha.php?id=7341&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Doze anos após os acontecimentos narrados em&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.homemnerd.com.br/resenha.php?id=6809" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;A Guerra das Sombras – Livro de Dinaer&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, a saga de Rairom, longe de ter terminado, ainda terá muitos desdobramentos. Quem narra a história desta vez é a jovem Ariela, princesa de Delón, povo a quem foi confiada a missão de impedir que o Aloriam, mensageiro do caos, atinja seu objetivo de destruir a ordem e com ela o mundo como o conhecemos. Logo ela descobre que o jovem mago Rairom, a quem ajudou, é o Aloriam que tanto odeia. Decide então acompanhá-lo numa longa viagem através da Península Oreânica, enquanto o Império das Sombras, liderado pelo sanguinário Larcan, em sua louca sede de conquistas, destrói tudo em seu caminho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Jorge Tavares, ao retomar a narração de&amp;nbsp;&lt;em&gt;A Guerra das Sombras&lt;/em&gt;, muda o narrador, que no primeiro volume é o proprio Dinaer, um ser onisciente e com poderes grandes suficientes para mudar o rumo dos acontecimentos, para jovem Ariela, mergulhada no olho do furacão de acontecimentos em que apenas tem uma visão parcial e limitada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Ainda que a moça seja uma maga de poderes muito grandes e faça parte de uma cultura que tradicionalmente espera pela vinda do Aloiram para lhe dar combate, ela é, como todos os seres humanos envolvidos, apenas um instrumento nas mãos de forças que não consegue compreender totalmente. Sua narrativa então é contaminada por seus preconceitos, por sua ignorância e por seus sentimentos, que longe de empobrecer a história, a enriquece.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Rairom, mesmo com todo o poder a ele conferido, também é manipulado e dirigido por forças que ele apenas pode vislumbrar. Disposto primeiro a rejeitar Dinaer e a missão de Aloiram, o que lhe provocou uma doença, decide ir de encontro ao poder certo de que conseguiria libertar-se de seu pesado fardo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Muitas reviravoltas tanto no mundo meramente humano, onde há uma guerra em curso, como no mundo espiritual onde duas forças igualmente titânicas – a Luz e o Caos – estão em choque permanente. Uma coisa que os personagens e o leitor engajado na trama irão perceber é que não basta apenas escolher um lado e defendê-lo. A resposta está muito além disso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;O climax do livro é a Batalha de Algar, muito bem contada, digna de um romance épico, com lances dramáticos, típicos de uma batalha arturiana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Há dois pequenos senões para o livro. Após a batalha, espera-se um confronto entre Ariela e Rairom ou um gancho para o próximo volume. O confronto ocorre na forma de um diálogo entre os dois em que alguns fatos importantes são revelados. Embora tenha sido bem escrito, tem-se a sensação de pressa. Algumas coisas são contadas de forma superficial e, mesmo que o quebra cabeça se encaixe, tem-se a sensação que falta algo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;O segundo senão é sobre o personagem Laqueu. Ele cumpre um importante papel na viagem de Ariela pela Península, revelando-se um bom contraponto entre o comportamento arrogante e decidido da princesa e o comportamento dele, de&amp;nbsp;&lt;em&gt;laissez-faire&lt;/em&gt;, com uma motivação mercenária para acompanhá-la. Tornou-se duas coisas: o alívio cômico e o personagem que pode fazer o que a heroína não pode, já que ele tem um caráter não tão nobre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Porém ele simplesmente some após o regresso. Ficou claro durante a jornada a evolução dos laços de amizade entre eles e seria muito interessante colocá-lo ao lado de Ariela até a batalha de Algar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-1354631896499506562?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/1354631896499506562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/1354631896499506562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-guerra-das-sombras-o-livro_30.html' title='Resenha de A Guerra das Sombras: O Livro de Ariela no site Homem Nerd'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-4267445808038707970</id><published>2011-10-30T15:07:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T15:07:20.127-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de O Livro de Dinaer no blog de Luiz Dreamhope</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://luizdreamhope.blogspot.com/2010/05/resenha-guerra-das-sombras-o-livro-de.html" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;Blog de Luiz Dreamhope&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Foi uma grata surpresa a sensação que obtive quando terminei de ler a última página do livro de Dinaer, o primeiro volume de "A Guerra das Sombras", uma tetralogia escrita por Jorge Tavares. É raro encontrar obras de Alta Fantasia que, ao fim de uma viagem literária, sentimos como foi saborosa as horas que usamos ao nos imergir em tão esplendoroso mundo. Foi com esta maravilhosa sensação com que terminei este livro. Algo equiparável a muitos livros conhecidos e best-sellers, e que no final, nos dão a impressão de que realmente foi uma prazerosa leitura.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E devo salientar que não estou me referindo a uma obra estrangeira, mas sim a uma obra nacional, que muito subestimam por guiarem-se por um ingênuo senso-comum. Mais uma vez, enalteço a questão de que autores brasileiros podem ser muito promissores, basta que muitos notem isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Tavares criou um mundo de Alta de Fantasia, onde o enredo, assim como o universo criado para a história foi muito bem elaborado no que diz respeito a toda a construção econômica, geográfica, politica e cultural. Além disso, nota-se no prefácio, que houve sim um grande cuidado para criar todo o embassamento do livro, o que pelo menos pra mim, me agradou bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor escreve muito bem, e suas palavras são claramente bem escolhidas durante o texto, polido de uma maneira a se mostrar da melhor e mais instigante forma. E como se não bastasse, o desenvolvimento do Livro de Dinaer é cativante. Os capítulos, apesar de longos, puderam ser lidos com grande curiosidade. A trama segue rumos que impressionam, e desfechos inesperados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A narração, narrador onisciente e ao mesmo tempo em primeira pessoa, em certos momentos do livro, eleva bastante o grau de curiosidade como se tal instante fosse o apogeu da trama, quando na verdade, o climáx final estivesse longe de acontecer. A história é composta de muitos momentos intensos, e climáxs frequentes, que ajudam ainda mais a nos manter aferrados na leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único contra do livro, talvez, tenha sido o excesso de informação sobre os componentes do mundo criado pelo autor. No mínimo, um mapa com alguns cenários apresentados na história seriam razoáveis, ou mesmo, um sucinto representando toda a Terra das Sombras. E em alguns momentos, o livro torna-se confuso jogando tantas informações, que em seguida seriam dificeis de serem lembradas. Incluso, estava o peculiar recurso utilizado no inicio dos capítulos, contando trechos de algum texto antigo do próprio mundo, embora estes, fossem interessantes por se relacionarem com a impressão dos capítulos que o antecedia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não apenas a história, mas os personagens também são cativantes. Porém, no que diz respeito a eles, é melhor eu não soltar&amp;nbsp;&lt;em&gt;spoilers.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo muito recorrente no livro são as constantes impressões sobre os seres humanos, na verdade, narradas sobre o ponto de vista do Deus Dinaer. Concordando ou não com os argumentos do narrador, é muito interessante para refletirmos sobre a nossa essência e nosso sentido de existência no mundo, o que torna essa caracteristica do livro, se não a melhor, um grande atrativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi realmente uma viagem épica, a leitura do primeiro volume desta série. O desfecho foi consistente, assegurando minha curiosidade para o próximo passo desta ótima série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, para os que gostam do gênero Alta Fantasia, onde todo um universo é criado do zero, dispensando Orcs, Elfos ou outras criaturas fantásticas tolkinianas(exceto Magos), "A Guerra das Sombras" é uma leitura indispensável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-4267445808038707970?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/4267445808038707970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/4267445808038707970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-o-livro-de-dinaer-no-blog-de.html' title='Resenha de O Livro de Dinaer no blog de Luiz Dreamhope'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-365360782455016170</id><published>2011-10-30T15:05:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T15:05:28.125-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de O Livro de Dinaer no blog Garota It</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://garotait.com.br/2010/05/08/o-livro-de-dinaer-por-jorge-tavares/" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;Blog Gartoa It&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;O livro de Dinaer é a narrativa de alguém, um dos mais poderosos seres e suas&amp;nbsp;experiências&amp;nbsp;para proteger o escolhido.Um acontecimento fez com que a ira do Imperador fosse despertada, e a guerra por ele fosse planejada. Mesmo depois de anos, mesmo depois de toda a espera ele fazia questão que seu inimigo morresse. Não importa por cima de quem ele teria que passar, até mesmo de sua família. Ele não encontraria nenhuma barreira. Esse é o pensamento do homem: Vingança, guerra… Mas há algo muito maior, para a qual a humanidade está destinada. Algo que tem que ser mantido no mais absoluto segredo. Poucos são os que sabem. Alguém tem em seu destino ter o Poder.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;É muito difícil fazer um resumo do livro sem que eu solte algum spoiler. Por isso parece meio vago. A leitura desse livro é incrível! Nunca li nada parecido, já que livros épicos e descritos de guerra não são os meus alvos nas livrarias. E confesso que eu me arrependo de nunca ter lido nada assim antes.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;O autor&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Jorge Tavares&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;é de uma criatividade enorme! Criou um mundo com toda sua mitologia particular, com uma história, onde tudo se encaixa e ao mesmo tempo nos deixa curiosos para saber o que está por vir.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Só tenho que admitir que ele não tem pena dos personagens, em nenhum momento vamos ver um heróizinho que consegue tudo. Pois a perda é inevitável. Rairom é um jovem com um destino traçado, é muito forte, por suportar tudo que o que teve que ver e viver. Fiquei extremamente curiosa com seu destino ao chegar no final do livro.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Recomendo a todos! Principalmente quem gosta desse estilo de literatura. É uma honra poder apreciar mais uma obra espetacular, que tem como autor um brasileiro. Já me convenci que temos inúmeros talentos em nosso país, e só depende de nós reconhecermos e darmos o verdadeiro valor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-365360782455016170?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/365360782455016170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/365360782455016170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-o-livro-de-dinaer-no-blog_9778.html' title='Resenha de O Livro de Dinaer no blog Garota It'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-5134026876498856070</id><published>2011-10-30T15:04:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T15:04:33.408-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de O Livro de Dinaer no blog Uma Janela Secreta</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Link:&lt;a href="http://www.umajanelasecreta.com/2010/07/guerra-das-sombras-o-livro-de-dinaer.html" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;&amp;nbsp;http://www.umajanelasecreta.com/2010/07/guerra-das-sombras-o-livro-de-dinaer.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;“Há muito tempo atrás, grandes impérios dominavam o mundo antigo. Um excelente romance medieval, que depois de dado o embalo fica difícil parar – (Uma Janela Secreta)”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A guerra das sombras é uma série composta por quatro livros, sendo esse o primeiro: O livro de Dinaer. Escrito pelo brasileiro Jorge Tavares e publicado pela Editora Novo Século, com 424 Páginas de muita aventura numa época de guerras medievais.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jorge Tavares é de uma criatividade gigante, ele criou sua própria mitologia em um novo mundo, numa nova época com lendas muitas vezes intrigantes. Ainda soube com proporcionar uma narrativa forte e inesperada, ele me despertou total interesse por esse seu mundo, ativando totalmente a minha curiosidade para conhecer todo o desenrolar da saga “A Guerra das Sombras” que já no primeiro livro veio se mostrando fantástica.&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resenha: O livro é narrado por um ser imortal chamado Dinaer. Um tipo de deus extremamente poderoso e que precisa proteger o seu escolhido Rairom, que é o portador de um poder muito forte, e prepara-lo para uma grande batalha entre os reinos. Esse ser sobre-humano nos acompanha deixando-nos a par de tudo durante a saga de Rairom Guenor e de Tairom, seu irmão mais novo, que são o foco central da narrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com guerreiros e magos “O Livro De Dinaer” vem nos mostrando primeiro uma guerra entre dois fortes impérios, onde mortais atacam mortais numa incrível batalha medieval, que em alguns momentos chega tirar o fôlego. As coisas ainda vão ficando mais interessantes a cada página avançada, pois a guerra não vai ficar apenas entre mortais, porque Eles, os nãos humanos, os imortais, vão finalmente entrar em cena.&lt;br /&gt;~~~&lt;br /&gt;Apenas senti falta do apelo para com os personagens no começo, acho que faltou um pouco de aproximação, de despertar um pouco mais do carisma e torcida de nos leitores pelos personagens. O bom foi que já quase na metade do livro o meu pedido foi ouvido e acabei me envolvendo bem mais com os protagonistas, chegando e temer por eles em algumas horas.&lt;br /&gt;Um ponto positivo para a escrita do Jorge é que ele não faz você acreditar que todos os bonzinhos tem que viver, ele simplesmente segue o curso normal de sua história o tempo todo me impressionando, ou melhor, golpeando com uma nova perda inesperada. Aprendi a me acostumar com isso e prefiro assim; adoro quando fica aquele ar de tensão rondando a história e você se desespera ao pensar que naquele instante o autor realmente pode aniquilar qualquer um.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro ainda não chega ser excelente, mas é bom o bastante para proporcionar uma boa aventura. Acho que A Guerra Das Sombras vai melhorar bastante no decorrer dos livros, pois Jorge se mostrou muito firme quanto ao que realmente queria escrever. Ele me surpreendeu diversas vezes, em sua maioria não foram boas tais surpresas, mas depois se mostraram satisfatórias para a continuidade da história, pois sua trama seguiu rumos impressionantes, e desfechos inesperados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sou uma ótima espectadora quando o assunto é guerra medieval, sou suspeita falar, pois é claro que eu gostei desse livro. E se você também gosta, esse livro é pra você.&lt;br /&gt;Uma aventura deliciosa e ao mesmo tempo perigosa devido a tantos conflitos que enfrentaremos juto à Rairom e seus amigos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-5134026876498856070?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/5134026876498856070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/5134026876498856070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-o-livro-de-dinaer-no-blog_794.html' title='Resenha de O Livro de Dinaer no blog Uma Janela Secreta'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-2352602746513503543</id><published>2011-10-30T15:03:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T15:03:25.430-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de O Livro de Dinaer no blog Nanie's World</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px;"&gt;Link:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://naniedias.blogspot.com/2010/08/guerra-das-sombras-o-livro-de-dinaer.html#more" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; text-align: justify;"&gt;http://naniedias.blogspot.com/2010/08/guerra-das-sombras-o-livro-de-dinaer.html#more&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;O livro é muito bom. Sério, é uma imersão em um mundo diferente, com costumes diferentes! É muito interessante.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Antes de falar um pouco mais, eu queria colocar aqui o que li logo no início do livro e achei incrível:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;"Eu, que achava que estava no controle, que pensava ser onipotente, vi meu plano inicial ser alterado, subvertido, por mais de uma vez. Sublevando-se contra os meus desígnios, revoltando-se contra o destino que lhes impusera, meus personagens muitas vezes agiram de forma inusitada. Alguns conseguiram um papel mais importante para si, outros mudaram sua própria natureza, outros alteraram a história como um todo. Em certos instantes, tornei-me quase impotente, praticamente um mero espectador em meu próprio mundo."&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Eu achei realmente muito interessante o autor dizendo que os personagens praticamente ganharam vida!&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;O livro é uma história de fantasia em um mundo diferente do nosso, com uma história completamente diferente. Eu, particularmente, achei muito interessante a maneira como o autor trata a história dos personagens e como ele retrata esse mundo tão diferente.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Apesar da história fantástica, o autor trata de outros assuntos muito interessantes, alguns de cunho filosófico, no meio do livro - o que é muito bom mesmo. Abaixo uma passagem que eu não pude deixar de colocar aqui para vocês:&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;"O culto à linhagem é algo irrelevante, ridículo até. Só existe uma família verdadeira, que é raça humana. Todos os homens, em última análise, são frutos da mesma linhagem e acabam, por isso, sendo muito semelhantes entre si."&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Enfim, eu adorei o livro. É bem o meu estilo mesmo, com uma pitada de mistério, jornada de conhecimento, guerra, fantasia! Eu terminei o primeiro livro com um gostinho de quero mais! A série possui quatro livros e eu já não vejo a hora de ler os próximos três!&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Apesar de ter uma linguagem um pouco mais puxada, eu recomendo o livro para todos que adoram uma boa leitura! Realmente é um livro espetacular.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-2352602746513503543?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/2352602746513503543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/2352602746513503543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-o-livro-de-dinaer-no-blog_2167.html' title='Resenha de O Livro de Dinaer no blog Nanie&apos;s World'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-8914333885785791415</id><published>2011-10-30T15:02:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T15:02:18.407-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de O Livro de Dinaer no blog Ligia e seu Mundo</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px;"&gt;Link:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://ligiaeseumundo.blogspot.com/2010/08/resenha-guerra-das-sombras-o-livro-de.html" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;http://ligiaeseumundo.blogspot.com/2010/08/resenha-guerra-das-sombras-o-livro-de.html&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Oi Pessoal hoje trago para vocês um livro que me surpreendeu bastante&amp;nbsp; com o que li, pois é as minhas expectativas para o livros era digamos ótima, e num é que ele me surpreendeu, as expectativas para com a historia subiram considerávelmente para maravilhoso,e outra coisa que eu gostei ainda mais foi o fato de ser um livro de autoria brasileira! Hiup! fiquei super feliz, a capa do livro é estilo fosca com o detalhe do nome e das duas armas em verniz adorei fico passando o dedo em cima toda hora que pego nele! ;D&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Agradeço de coração ao Jorge por ter enviado o exemplar para o blog, e gostaria de lhe parabenizar pelo ótimo trabalho que você nos mostra no livro, e olha só pessoal&amp;nbsp; esse é apenas o 1º Livro escrito pelo autor se já amei esse imagina os que estar por vim!&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Sinopse:&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;"A Guerra da Sombras" é um livro onde você encontrará um mundo cheio de aventura, fantasia, intrigas, magos... e muito mais, um mundo onde os costumes são completamente diferentes dos dias atuais, uma pergunta que não quer calar e que o livro aborda durante a sua trajetoria é, até que ponto o homem tem o poder de controlar o seu destino?&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Escrever um livro de literatura fantástica qualquer um pode escrever, mais envolver o seu leitor nessa trama ate o termino é outra, já li alguns livros como "Senhor dos Anéis" do autor inglês&amp;nbsp; J.R. Tolkien,do inglês J.R. Tolkien, "As Crônicas de Nárnia"de outro autor inglês o C.S. Lewis, e Jorge Tavares se enquadra nesse grupo tão fantatico quando se trata de envolver o leitor com o mundo que estava oculto por ele, e que ele nos deu o prazer de sonhar, imaginar-se no meio desse evolvente mundo paralelo!&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Eu não podia deixar de colocar a seguinte parte que o próprio Jorge bem no começo do livro e eu achei fantástico!!!&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;" ...Os Personagens, as vezes comportam -se de forma imprevista. Eu que achava eu estava no controle, que pensava ser onipotente, vi meu plano inicial ser alterado, subvertido, por mais de uma vez. Sublevando-se contra meus desígnos, revoltando - se contra o destino que lhes impusera, meus personagens muitas vezes agiram de foram inusitada.... Em certos instantes, tornei-me quase impotente, praticamente não mais do que um mero espectador em meu próprio mundo. È claro que eu poderia impedi-los se realmente quisesse (afinal a caneta - ou o teclado - estava em minhas mãos) . Entretanto logo percebi que que era mais interesante conferi-lhes uma certa liberdade...."&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Confesso que após algumas horas de leitura e a partir do momento que eu fui entendendo a historia não conseguia mais parar de ler, a narrativa é envolvente o contexto lhe faz querer saber cada vez mais do que estar por vir, e eu não conseguia para de ler, se eu estava na universidade e aparecia uma aula vaga, lá estava eu lendo, no ónibus de volta para cada do mesmo jeito e era assim sempre que tinha um tempo livre.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Agora estou mais que curiosa para saber o que estar por vim na continuação do livro, a serie é composta por quatro livros:&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Serie : A Guerra das Sombras&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;I - O Livro de Dinaer&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;II - O Livro de Ariela&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;III - O Livro de Laios&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;IV - O Livro de Iazmein&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Se quer saber mais sobre o assunto ou sobre a serie ao todo acesse o site - A Guerra das Sombras e fique por dentro&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-8914333885785791415?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/8914333885785791415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/8914333885785791415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-o-livro-de-dinaer-no-blog_7362.html' title='Resenha de O Livro de Dinaer no blog Ligia e seu Mundo'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-248251523841463140</id><published>2011-10-30T15:00:00.001-07:00</published><updated>2011-10-30T15:00:59.937-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de O Livro de Dinaer no blog Marcinho e os Livros</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px;"&gt;Link:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://marcinhoweoslivros.blogspot.com/2010/08/guerra-das-sombras-o-livro-de-dinaer.html?utm_source=twitterfeed&amp;amp;utm_medium=twitter" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; text-align: justify;"&gt;http://marcinhoweoslivros.blogspot.com/2010/08/guerra-das-sombras-o-livro-de-dinaer.html?utm_source=twitterfeed&amp;amp;utm_medium=twitter&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Rairom é filho de Zairom, o rei da terra do fogo, mas ele não é o herdeiro do trono, pois é filho de um relacionamento passado de Zairom.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;A terra do fogo é um reino em crescimento em larga escala, muito a frente de alguns dos outros reinos da Terra das Sombras, e isso acaba provocando inveja, não só de alguns reinos, mas do Império também. Uma nova guerra está para começar, mas o que ninguém sabe, é que não se trata de uma simples guerra entrei reinos, mas sim de uma guerra muito antiga, entre divindades.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Rairon, Tairom e Lisiam entram em uma alucinante corrida, uma corrida que garantira a sobrevivência deles, ou não!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Inveja, Ganância, Guerra, Reinos, Amor, Poder, Magia, Esperanças, Desilusões e muita emoção recheiam A Guerra das Sombras – O Livro de Dinaer.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;A estória é narrada por Dinaer, o deus adorado pelos ancestrais de Rairom. Jorge Tavares soube dar voz a um deus de maneira bastante humana, mas sem tirar toda a nobreza de um deus como Dinaer.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Além das guerras e da luta pela sobrevivência de Rairom, ele vive em discussões com Dinaer, pois ele não entende os motivos de Dinaer ter lhe dado um grande poder, e muito menos os motivos por ele nunca interferir na vida das pessoas por piedade, ele só interfere quando ele ira ganhar algo com isso.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Uma coisa que eu gostei bastante no livro, é que antes de cada capitulo começar, Jorge Tavares deixa um trecho de algumas obras literárias da Terra das Sombras, e isso te permite conhecer melhor a cultura dos habitantes da lá.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;O Livro de Dinaer é apenas o primeiro livro da série A Guerra das Sombras. Eu indico esse livro para todos, principalmente para quem gosta de fantasia medieval, assim como eu, com certeza vai gostar muito do livro, assim como eu gostei.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Confesso que eu tive um pouquinho de dificuldade para entender os três primeiros capítulos, mas do capitulo quatro em diante, eu viciei na estória e não consegui mais largar o livro.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Assim como lá na Inglaterra as crianças fazem trabalho de escola sobre as obras de Tolkien ( Igual a nós aqui no Brasil, só que aqui fazemos sobre Machado de Assis) espero que um dia, os alunos brasileiros tenham que ler A Guerra das Sombras e fazer trabalhos sobre essa incrível série no ensino médio. ( Eu só li o primeiro volume, mas tenho certeza que essa série é incrível.)&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Marcinhow.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-248251523841463140?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/248251523841463140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/248251523841463140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-o-livro-de-dinaer-no-blog_7959.html' title='Resenha de O Livro de Dinaer no blog Marcinho e os Livros'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-6234259435308519734</id><published>2011-10-30T14:59:00.001-07:00</published><updated>2011-10-30T14:59:50.872-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de O Livro de Dinaer no blog Livro Maníaca</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Link:&amp;nbsp;&lt;a href="http://livromaniaca.blogspot.com/2010/09/o-livro-de-dinaer-jorge-tavares.html" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;http://livromaniaca.blogspot.com/2010/09/o-livro-de-dinaer-jorge-tavares.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;O livro é realmente épico, com muitas guerras e batalhas, e os planos que os antecedem são fantásticos. Sempre gostei desse tipo de literatura então Jorge Tavares me concedeu um prato cheio. Ele conseguiu criar um mundo totalmente inusitado, com suas próprias lendas e leis, seus próprios costumes. Me lembrou muito o que Tolkien conseguiu criar e também C.S.Lewis, pois criar um mundo totalmente novo e conseguir criar uma trama interessante não deve ser nada fácil.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A história se inicia com Zairom, senhor da Terra do Fogo, enfrentando rotineiros problemas de seu povo e também das rebeliões que estão acontecendo entre os escravos. Um deles se destaca, Sironiel que demonstra coragem e que tem fortes idéias revolucionárias. Zairom é pai de Rairom, que é filho de um antigo relacionamento, e Tairom, filho de Liana que é irmã de Larcon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zairom vai até Naquicar com sua família para apresentar seu novo filho Tairom para Larcon, mesmo com todas as ameaças deste e assim deixa traçado o destino dos dois filhos, pois as consequências do confronto com Larcon os atingiria dez anos depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não irei comentar mais nada sobre a obra para que não contenha Spoilers...mas devo fazer um comentário sobre a obra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O início do livro é meio cansativo, pois há muitos nomes parecidos e acaba confundindo. Fora que até se acostumar com a narrativa é meio dificil acompanhar o ritmo. Mas depois que você ultrapassa essa "barreira" não tem como para de ler. Quando vi já tinha terminado o livro...aff quero ler a continuação!! \o/&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-6234259435308519734?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/6234259435308519734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/6234259435308519734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-o-livro-de-dinaer-no-blog_6936.html' title='Resenha de O Livro de Dinaer no blog Livro Maníaca'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-3589346701447956928</id><published>2011-10-30T14:58:00.001-07:00</published><updated>2011-10-30T14:58:34.432-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de O Livro de Dinaer no blog Extensão Literária</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Link:&lt;a href="http://extensaoliteraria.blogspot.com/2010/10/resenha-guerra-das-sombras-o-livro-de.html?spref=tw" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;&amp;nbsp;http://extensaoliteraria.blogspot.com/2010/10/resenha-guerra-das-sombras-o-livro-de.html?spref=tw&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse livro é um salto para a literatura fantástica do país. Comparo o autor com JRR Tolkien (e ele não fica atrás), a história é um pouco confusa no começo por conta dos nomes dados aos personagens, o que é normal porque os nomes não são comuns e por serem muito parecidos também, mas nada que um ou dois capítulos não resolvam. O mais incrível do livro é que tudo que acontece no ambiente da história é diretamente ligada ao que acontece conosco.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Quem costuma dizer que literatura fantástica não ensina nada, está errado, esse livro é muito mais que apenas uma história fantasiosa, ele é uma analise da sociedade em que vivemos (numa linguagem diferente da que vemos nos livros de sociologia), mas claro, precisa que seja entendida e não simplesmente lida. Quando comecei a ler o livro não consegui mais largá-lo, levava-o para todo lugar (ônibus, faculdade, praça etc.), eu simplesmente não conseguia para de lê-lo e quando eu vi já estava perto do fim do primeiro livro, isso mesmo a historia não termina aí (pra nossa sorte :D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor criou outro mundo, com línguas diferentes, com guerras e muita magia, um mundo incrível. Para quem gosta de literatura fantástica, esse livro é super indicado. O autor dá um banho em muitos autores internacionais e pra nossa alegria a série “A guerra das sombras” conta com mais 3 volumes que provavelmente seguem a mesma linha de primeiro. Estou ansioso para ler a continuação da série e assim que fizer postarei a resenha aqui no blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais sobre o autor e a série:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.aguerradassombras.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah!! O autor mandou um exemplar para sorteio \o/.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço e boa leitura ;D&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-3589346701447956928?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/3589346701447956928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/3589346701447956928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-o-livro-de-dinaer-no-blog_1920.html' title='Resenha de O Livro de Dinaer no blog Extensão Literária'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-5256822505605013785</id><published>2011-10-30T14:53:00.000-07:00</published><updated>2011-10-30T14:53:06.465-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de O Livro de Dinaer no blog Leituras e Fofuras</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.leiturasefofuras.com.br/2010/10/guerra-das-sombras-o-livro-de-dinaer.html" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;"&gt;http://www.leiturasefofuras.com.br/2010/10/guerra-das-sombras-o-livro-de-dinaer.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um livro de alta fantasia brasileira da melhor qualidade, lançado em 2006, agora pelo selo Novos Talentos da Literatura Brasileira, da editora Novo Século que realmente me surpreendeu.&lt;br /&gt;O Livro é escrito pelo diplomata, advogado e escritor Jorge Tavares, que levou, acredite, sete anos, de 1999 a 2006, escrevendo a quadrilogia. O Primeiro A Guerra das Sombras&amp;nbsp; é O Livro de Dinaer, o segundo - O livro de Ariela, o terceiro - O Livro De Laios, o quarto - O livro de Iazmein.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Dividi o livro em quatro partes, onde a primeira parte antecede em alguns anos o arco central da história. Conhecemos Zairon, o rei dos filhos do fogo e o nascimento do seu segundo filho Tairom, fruto do seu segundo casamento com Liana, uma união por interesse que lhe causou divergência com o soberano da Terra das Sombras, irmão de sua esposa, Larion, uma pessoa cruel e perigosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecemos Rairom, o primeiro filho de Zairom com outra mulher, é considerado bastardo por alguns, que no inicio do livro tem quatro anos e recebe a incumbência de seu pai de proteger seu irmão mais novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa parte vemos alguns confrontos, uma possível guerra e seu desenrolar e o inicio da segunda parte do livro, onde se passaram alguns anos, temos Rairon preste a fazer um importante teste, a partir disto os fatos narrados no livro se complica, a terceira parte do livro começas perdas, mistérios são revelados, batalhas, colapso na Terra das Sombras, ela corre perigo e um grande mistério terá que ser aprendido e revelado para salvar o mundo. Mas esse é o primeiro livro e muitas coisas ainda vão acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei evitar o máximo de spoiler possíveis do livro para não comprometer a sua leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A riqueza que Jorge descreveu em seu mundo é surpreendente, temos um mundo novo, com cultura, lendas e mitos novos, onde cada peça se encaixa de forma assombrosa, há vários reinos, magias e mistérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendadíssimo! Agora estou louca para ler os outros três!&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-5256822505605013785?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/5256822505605013785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/5256822505605013785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-o-livro-de-dinaer-no-blog_9605.html' title='Resenha de O Livro de Dinaer no blog Leituras e Fofuras'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6655377888618486085.post-5703747622307267206</id><published>2011-10-30T14:51:00.001-07:00</published><updated>2011-10-30T14:51:45.646-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resenhas'/><title type='text'>Resenha de O Livro de Dinaer no blog Mel Books</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://mellbooks.blogspot.com/2010/11/resenha-guerra-das-sombras-o-livro-de.html?spref=tw" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; text-align: justify;"&gt;http://mellbooks.blogspot.com/2010/11/resenha-guerra-das-sombras-o-livro-de.html?spref=tw&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Posso estar sendo muito direta, mas vou dizer logo de cara! Amei o livro!!! Vou tentar contato com o Jorge p/ ver se ele tem disponibilidade de me mandar os outros, já que está em falta no site da Novo século!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;O livro tem todos os toques de fantasia/aventura que conhecemos, é um livro totalmente original, não tem plágio de outros que eu já tenha lido, é bem interessante, já estou louca pela série!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;As capas são umas mais lindas que a outra, se achei essa bonita imagine como são as outras!&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;A série é composta por 4 livros, sendo esse o primeiro.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;todos os personagens são legais, bem descritos e bem construidos, claro, todos humanos e com falhas, nada de senhor perfeito nesta história! rs Mas todos tem seu brilho.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;O livro conta a história de Zairon, um homem que foi p/ acabemia de soldados e depois casou-se com Liana, filha de um nobre falido, em alguns trechos entende-se que Zairon não a amava de verdade, casou-se por achar ser o melhor, mas ela parecia o amar e deu-lhe um filho, Tairon, que nasce logo nos primeiros capitulos do livro.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Liana é irmã do Larcon, alguem de grande poder na dinastia do livro, porém Larcon a odeia por ter se casado com Zairon e dado a ele o trono dos filhos do fogo. O pai de Liana estava praticamente falido quando o casamento ocorreu, mas Zairon foi um bom governante e levantou novamente o lugar e as riquesas da familia. Logo nos primeiros capitulos Zairon sofre uma emboscada e corre perigo, mas ali você ve o tipo de personagem que ele é, inteligente, sagaz e que se expressa muito bem, bem digno de um governante.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;entrando capitulos mais adentro conhecemos Rairon, o primeiro filho de Zairon, sua mãe morreu, por isso Zairon casou-se sem problemas com Liana, a qual cuidou e zelou por Rairon como se fosse seu.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Rairon não quer ser soldado como seu pai, pretende se tornar mago e é submetido a um teste por uma famoso mago, tbm lider de estado, nesse momento que descobre-se que Rairon não é um humano comum, há um imenso poder dentro dele, algo que nem mesmo o grande mago conseguiu penetrar ou identificar, além desse segredo Rairon tbm carrega com ele algumas duvidas e um sonho que vive o atormentado, o que será que o sonho quer lhe revelar??&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Posso garantir que durante o livro as coisas ficam mais emocionantes, e bem mais complicadas para Rairon, não vai ser fácil p/ ele os acontecimentos seguintes, mas não vou contar, para isso vc´s terão de ler o livro!&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Até mais!!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6655377888618486085-5703747622307267206?l=www.aguerradassombras.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/5703747622307267206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6655377888618486085/posts/default/5703747622307267206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.aguerradassombras.com/2011/10/resenha-de-o-livro-de-dinaer-no-blog_4265.html' title='Resenha de O Livro de Dinaer no blog Mel Books'/><author><name>Jorge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03525136503551546652</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='20' src='http://photos1.blogger.com/blogger2/7430/431709334391364/1600/imagem.1.jpg'/></author></entry></feed>
